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quinta-feira, 12 de março de 2026

Eduarda afirma que é no lar que meninos e meninas precisam aprender valores como empatia e respeito

Para Maria Eduarda  Monnerat Erthal Antunes, educar não se resume a impor regras, mas sim a demonstrar, nas atitudes cotidianas, o exemplo que se quer transmitir. Ela afirma que uma sociedade harmoniosa, nasce de gestos simples dentro de casa, desde a forma como a conversa flui até o compartilhamento de responsabilidades.

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Eduarda - percebo que antes de ganho de força, era muito comum que as mulheres fossem vistas principalmente como responsáveis pelo lar e pela criação dos filhos, mas hoje, vejo mulheres ocupando espaços de poder, no mercado de trabalho, buscando independência financeira e tomando decisões com mais autonomia e segurança.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Eduarda - A educação não apenas abriu portas profissionais, mas também fortaleceu a autonomia, a autoestima e a participação social das mulheres, dando a nós uma nome enorme de cidadãs que lutavam em silêncio, dedicavam suas vidas e era, de certa forma, invisibilizadas na opinião pública, na participação política direta. Sem dúvidas a educação, não só para mulheres, mas para todo cidadão é o principal fator de transformação da sociedade.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Eduarda - Não tenho dúvidas. Hoje, diferente de outrora, vemos pais participativos, pais nas assembleias escolares, juntos de tantas mães, pais se divertindo com filhos no fim do dia e aprendendo a fazer penteados nas suas pequenas princesas. Vejo isso tudo como resultado desse ganho de força e participação da mulher no mercado de trabalho e na tomada de decisões, tudo fruto dessa transformação  que reconfigurou o funcionamento das famílias, dividindo com amor, respeito e responsabilidade os deveres familiares entre os cônjuges.   

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Eduarda –  É dentro de casa, no seio familiar, que meninos e meninas aprendem, desde cedo, valores como empatia, diálogo, igualdade e respeito ao próximo. Quando ensinamos que ninguém é superior a ninguém, que sentimentos podem ser expressos e que o respeito é inegociável, estamos formando adultos mais conscientes e responsáveis. Educar não é apenas impor regras, mas dar exemplo nas atitudes do dia a dia. Uma sociedade mais harmoniosa começa em gestos simples dentro de casa, no modo como falamos, dividimos tarefas e tratamos uns aos outros. É ali que plantamos as sementes do respeito que queremos ver no mundo.


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Ledimar Pereira de Pinho é uma mulher que inspira pelos 35 anos educando, empreendendo e realizando sonhos

Existem histórias construídas com trabalho, dedicação e, acima de tudo, propósito. A trajetória de Ledimar Pereira de Pinho é um exemplo da força da mulher que acredita nos seus sonhos e transforma cada etapa da vida em uma oportunidade de crescer, aprender e inspirar.

Ledimar é um exemplo de mulher que luta com máxima coragem até conquistar seus objetivos

Há 35 anos na educação, Ledimar construiu uma caminhada marcada pelo compromisso com a formação de pessoas e com a transformação de vidas. Na sala de aula, encontrou mais do que uma profissão: encontrou uma missão. Ao longo dessas décadas, ajudou a formar gerações, sempre acreditando que a educação é uma das maiores ferramentas para construir um futuro melhor.

Mas sua história também revela coragem para trilhar novos caminhos. Movida pela criatividade e pelo desejo de empreender, deu vida à Doceria Degust, um projeto que nasceu de um sonho e se transformou em um empreendimento feito com dedicação, sensibilidade e amor pelos detalhes. A cada bolo e a cada doce preparado, existe o cuidado de quem entende que a confeitaria também pode ser uma forma de levar alegria e marcar momentos especiais na vida das pessoas.

Entre tantas conquistas, existe um papel que é o mais especial em sua vida: a família. Ledimar é mãe de três filhos e avó de quatro netos, e é neles que encontra sua maior motivação para continuar seguindo em frente, sempre com o coração cheio de gratidão e esperança.

Realizada em sua trajetória, ela segue acreditando que a vida é um constante convite à superação. Para ela, ser mulher é ter a força de ensinar, a coragem de empreender, a sensibilidade de cuidar e a determinação de nunca desistir dos próprios sonhos.

- Acredito que a maior realização está em fazer o que amamos e, ao longo do caminho, tocar a vida das pessoas de forma positiva - Concluiu Ledimar.




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quarta-feira, 11 de março de 2026

Dr.ª Fernanda Gonçalves ressalta a importância de ensinar aos meninos respeito e as meninas que elas têm voz

A advogada Dr.ª Fernanda Gonçalves, assessora parlamentar do vereador Jarbas Aleixo, afirma que, como mulher, acompanhou de perto importantes transformações nos direitos femininos. Por isso, reconhece nas leis de proteção não apenas normas jurídicas, mas verdadeiros pilares de esperança, dignidade e recomeço.

A advogada Fernanda Gonçalves com as irmãs Erika e Elke e a mãe Maria Neuza

Nova Voz ONLINE – Quais foram as principais mudanças nas relações sociais e familiares pelas quais passaram as mulheres no seu tempo de vida?

Dr.ª Fernanda Gonçalves - A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) marcou uma virada histórica. Ela não apenas puniu a violência doméstica — ela rompeu o silêncio. Trouxe mecanismos de proteção, medidas urgentes e uma mensagem clara: nenhuma mulher precisa suportar agressão para preservar a família. Com isso, muitas de nós conquistamos coragem para sair de relações abusivas, exigir respeito e reconstruir lares baseados na parceria. As relações familiares tornaram-se mais conscientes, mais dialogadas e, gradualmente, mais igualitárias. Socialmente, criamos redes de apoio, fortalecemos movimentos e transformamos dor em mobilização.

Nova Voz ONLINE - Qual foi o papel do aumento da escolaridade na posição social das mulheres?

Dr.ª Fernanda Gonçalves - A educação foi — e continua sendo — uma das nossas maiores ferramentas de emancipação. O acesso crescente ao ensino ampliou horizontes profissionais e fortaleceu nossa autonomia financeira. Quero citar políticas como a estabelecida pela Lei 11.770/2008, que ampliou a licença-maternidade por meio do Programa Empresa Cidadã, além das garantias de proteção à gestante estudante, permitiram que mulheres não precisassem escolher entre maternidade e formação. Com conhecimento, questionamos desigualdades, ocupamos espaços de decisão e ressignificamos nosso papel na família e no trabalho.

Nova Voz ONLINE - A partir das mudanças ocorridas com as mulheres, quais foram as transformações ocorridas no universo masculino, em sua opinião?

Dr.ª Fernanda Gonçalves - A tipificação da violência psicológica como crime e o fortalecimento de políticas de responsabilização mostram que a sociedade não tolera mais formas invisíveis de abuso. A própria Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015) consolidou a compreensão de que a violência de gênero é estrutural e precisa ser enfrentada com seriedade. Essas mudanças também provocaram reflexões sobre masculinidade. Cada vez mais homens compreendem que parceria não é posse, que cuidado não é fraqueza e que dividir tarefas e responsabilidades é um ato de maturidade. A transformação cultural é gradual, mas é real.

Nova Voz ONLINE - Qual é o papel da família na educação contra o machismo e o feminicídio?

Dr.ª Fernanda Gonçalves - A família é o primeiro espaço de formação ética e afetiva. Quando meninos aprendem, desde cedo, que respeito não é opção, e meninas crescem sabendo que sua voz importa, plantamos sementes de uma sociedade mais justa. Leis existem para punir e proteger, mas o exemplo cotidiano educa para prevenir. Pais e mães que praticam igualdade constroem lares onde a violência não encontra espaço.

Nova Voz ONLINE - Qual Mensagem deixa para as mulheres neste março?

Dr.ª Fernanda Gonçalves - Neste mês que simboliza luta e resistência, que cada mulher se reconheça como protagonista da própria história. As leis são escudos importantes, mas nossa força coletiva é o que sustenta cada conquista. Sigamos unidas, informadas e corajosas. Somos herdeiras de muitas batalhas e sementes de um futuro mais digno. Com carinho e firmeza: não estamos sozinhas — estamos juntas. 💜


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terça-feira, 10 de março de 2026

Professora Claudia Melo, Diretora do CIEP Itaocara: "Mulheres que Lutam, Inspiram e Transformam"

A Professora Claudia Melo disse que as conquistas de espaço das mulheres na sociedade, não aconteceram por acaso. Para ela são frutos da força, da coragem e da determinação de tantas mulheres que enfrentaram preconceitos, desafiaram normas sociais e lutaram para garantir o direito de estudar, trabalhar e ocupar espaços antes negados.

A Prof.ª Claudia Melo faz a diferença em Itaocara

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Professora Claudia Melo - Ao longo dos anos, as mulheres conquistaram espaços importantes na sociedade e dentro das famílias. Hoje vemos mulheres mais presentes nas decisões, no mercado de trabalho, na educação e também ocupando posições de liderança.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Professora Claudia Melo - O aumento da escolaridade teve um papel fundamental nesse processo. A educação abriu portas, ampliou oportunidades e fortaleceu a autonomia feminina. Essas mudanças revelam a força, a coragem e a determinação de tantas mulheres que lutaram para que as novas gerações pudessem ter mais oportunidades.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Professora Claudia Melo - Sim, essas transformações também provocaram mudanças no comportamento masculino. Cada vez mais vemos homens participando da vida familiar, dividindo responsabilidades e demonstrando maior cuidado consigo mesmos e com suas relações. Esse movimento contribui para relações mais equilibradas e respeitosas.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, consequência da persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Professora Claudia Melo - Apesar de tantas conquistas, ainda enfrentamos desafios, como a violência contra a mulher. Por isso, família e escola precisam caminhar juntas na formação de meninos e meninas, para que cresçam compreendendo a importância do respeito, da dignidade e da igualdade de direitos.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Professora Claudia Melo - Neste mês de março, deixo minha admiração e reconhecimento a todas as mulheres, especialmente àquelas que lutaram e continuam lutando pela igualdade de direitos, abrindo caminhos e inspirando novas gerações. Como afirmou Simone de Beauvoir: "Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância." Que a força, a coragem e a esperança das mulheres continuem iluminando o caminho para uma sociedade mais justa, humana e respeitosa para todos.


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segunda-feira, 9 de março de 2026

Elizangela: "Março é simbólico, mas o reconhecimento e a valorização da mulher precisa ser diário"

A Conselheira Tutelar, Elizangela Pereira Ramos, destaca, no bate-papo a seguir, que o ambiente familiar é o principal espaço para a formação de valores. Segundo ela, é dentro de casa que se deve educar meninos e meninas de maneira consciente, sem a reprodução de preconceitos e com o ensinamento claro de que a violência jamais pode ser justificada.

A Conselheira Tutelar Elizangela Pereira Ramos
Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Elizangela – Nós conquistamos mais espaço, autonomia e voz ativa dentro da sociedade e da própria família. Hoje participamos mais das decisões, buscamos independência financeira e não aceitamos, com tanta facilidade, situações de desigualdade. As relações ficaram mais equilibradas, embora ainda existam desafios a serem superados.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Elizangela – Foi fundamental para essa transformação. A educação abriu portas, fortaleceu a independência das mulheres e ampliou a consciência sobre direitos e deveres. Com mais estudo, surgiram mais oportunidades profissionais e maior participação em posições de liderança, contribuindo diretamente para a valorização feminina na sociedade.

Nova Voz ONLINE – Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Elizangela – Sim, concordo. Essas mudanças também impactaram os homens, que passaram a participar mais da vida familiar e compreender melhor a importância da parceria dentro do relacionamento. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto como algo exclusivamente feminino e passou a ser entendido como parte do bem-estar e da autoestima de todos.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Elizangela – A família tem um papel essencial na construção de uma sociedade mais respeitosa. É dentro de casa que se aprendem valores como empatia, respeito e igualdade. Educar meninos e meninas sem reforçar preconceitos e ensinar que violência nunca é justificável é um passo fundamental para combater o machismo e reduzir casos de feminicídio.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Elizangela – Minha mensagem para as mulheres é que nunca duvidem da própria força. Que continuem buscando seus sonhos, ocupando seus espaços e apoiando umas às outras. Março é um mês simbólico, mas o reconhecimento e a valorização da mulher devem acontecer todos os dias.

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