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terça-feira, 10 de março de 2026

Professora Claudia Melo, Diretora do CIEP Itaocara: "Mulheres que Lutam, Inspiram e Transformam"

A Professora Claudia Melo disse que as conquistas de espaço das mulheres na sociedade, não aconteceram por acaso. Para ela são frutos da força, da coragem e da determinação de tantas mulheres que enfrentaram preconceitos, desafiaram normas sociais e lutaram para garantir o direito de estudar, trabalhar e ocupar espaços antes negados.

A Prof.ª Claudia Melo faz a diferença em Itaocara

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Professora Claudia Melo - Ao longo dos anos, as mulheres conquistaram espaços importantes na sociedade e dentro das famílias. Hoje vemos mulheres mais presentes nas decisões, no mercado de trabalho, na educação e também ocupando posições de liderança.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Professora Claudia Melo - O aumento da escolaridade teve um papel fundamental nesse processo. A educação abriu portas, ampliou oportunidades e fortaleceu a autonomia feminina. Essas mudanças revelam a força, a coragem e a determinação de tantas mulheres que lutaram para que as novas gerações pudessem ter mais oportunidades.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Professora Claudia Melo - Sim, essas transformações também provocaram mudanças no comportamento masculino. Cada vez mais vemos homens participando da vida familiar, dividindo responsabilidades e demonstrando maior cuidado consigo mesmos e com suas relações. Esse movimento contribui para relações mais equilibradas e respeitosas.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, consequência da persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Professora Claudia Melo - Apesar de tantas conquistas, ainda enfrentamos desafios, como a violência contra a mulher. Por isso, família e escola precisam caminhar juntas na formação de meninos e meninas, para que cresçam compreendendo a importância do respeito, da dignidade e da igualdade de direitos.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Professora Claudia Melo - Neste mês de março, deixo minha admiração e reconhecimento a todas as mulheres, especialmente àquelas que lutaram e continuam lutando pela igualdade de direitos, abrindo caminhos e inspirando novas gerações. Como afirmou Simone de Beauvoir: "Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância." Que a força, a coragem e a esperança das mulheres continuem iluminando o caminho para uma sociedade mais justa, humana e respeitosa para todos.


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segunda-feira, 9 de março de 2026

Elizangela: "Março é simbólico, mas o reconhecimento e a valorização da mulher precisa ser diário"

A Conselheira Tutelar, Elizangela Pereira Ramos, destaca, no bate-papo a seguir, que o ambiente familiar é o principal espaço para a formação de valores. Segundo ela, é dentro de casa que se deve educar meninos e meninas de maneira consciente, sem a reprodução de preconceitos e com o ensinamento claro de que a violência jamais pode ser justificada.

A Conselheira Tutelar Elizangela Pereira Ramos
Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Elizangela – Nós conquistamos mais espaço, autonomia e voz ativa dentro da sociedade e da própria família. Hoje participamos mais das decisões, buscamos independência financeira e não aceitamos, com tanta facilidade, situações de desigualdade. As relações ficaram mais equilibradas, embora ainda existam desafios a serem superados.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Elizangela – Foi fundamental para essa transformação. A educação abriu portas, fortaleceu a independência das mulheres e ampliou a consciência sobre direitos e deveres. Com mais estudo, surgiram mais oportunidades profissionais e maior participação em posições de liderança, contribuindo diretamente para a valorização feminina na sociedade.

Nova Voz ONLINE – Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Elizangela – Sim, concordo. Essas mudanças também impactaram os homens, que passaram a participar mais da vida familiar e compreender melhor a importância da parceria dentro do relacionamento. Além disso, o autocuidado deixou de ser visto como algo exclusivamente feminino e passou a ser entendido como parte do bem-estar e da autoestima de todos.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Elizangela – A família tem um papel essencial na construção de uma sociedade mais respeitosa. É dentro de casa que se aprendem valores como empatia, respeito e igualdade. Educar meninos e meninas sem reforçar preconceitos e ensinar que violência nunca é justificável é um passo fundamental para combater o machismo e reduzir casos de feminicídio.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Elizangela – Minha mensagem para as mulheres é que nunca duvidem da própria força. Que continuem buscando seus sonhos, ocupando seus espaços e apoiando umas às outras. Março é um mês simbólico, mas o reconhecimento e a valorização da mulher devem acontecer todos os dias.

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domingo, 8 de março de 2026

Rapidão Lanches destaca a resiliência das Mulheres na luta por igualdade de direitos e respeito a sua dignidade

O Dia Internacional da Mulher é uma data para celebrar e reconhecer a importância das mulheres em todos os aspectos da sociedade. É um momento de reflexão sobre suas conquistas, resiliência e contribuição para a família, o trabalho e a comunidade. 

As mulheres são fundamentais na construção de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária, e esta data nos lembra da necessidade de continuar lutando por direitos, respeito e oportunidades iguais para todas. É também uma oportunidade de valorizar suas vozes, histórias e inspirações que transformam o mundo todos os dias.

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Vereador Jarbas Aleixo: "a aplicação das leis e a educação familiar são fundamentais contra a violência à mulher"

Março é um mês especial, pois nele celebramos o dia 8, o Dia Internacional das Mulheres. Essa data é um convite à reflexão sobre o quanto, como sociedade, estamos avançando no respeito aos direitos que as mulheres merecem.

No campo profissional, vejo que houve grandes avanços, especialmente com o maior acesso das mulheres à universidade. Hoje, carreiras que antes eram predominantemente masculinas passaram a ser divididas ou até mesmo ocupadas majoritariamente por mulheres. Isso é algo extremamente positivo.

No entanto, infelizmente, a violência contra a mulher ainda persiste. Diariamente somos impactados por notícias de assédio, estupros e feminicídios cometidos, muitas vezes, por companheiros ou ex-companheiros.

Acredito que precisamos agir em duas frentes para proteger os direitos das mulheres. A primeira é AGORA, com a aplicação rigorosa e exemplar das leis contra todos que cometem violência. A segunda é PARA O FUTURO: promover, dentro dos lares, um ambiente em que meninos e meninas sejam educados para o respeito mútuo e para rejeitar qualquer forma de violência.

Como político no exercício do meu mandato, sempre estarei ao lado de iniciativas que valorizem e reforcem a importância da dignidade da mulher. Coloco-me à disposição para contribuir sempre.

Vereador Jarbas Aleixo


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No Dia Int. das Mulheres, o Pres. do Nacional, Edilson Vieira Andrade, ressalta o papel delas na criação do clube

Na história do Nacional, logo após a fundação do clube, surgiu um desafio: a falta de recursos para as despesas da nova equipe. E agora? Alguém teve uma “brilhante ideia”: vender amendoins nas sessões de cinema da cooperativa.

Foi então que entraram em cena Dona Carolina (mãe de José Moisés) e Dona Glorinha (esposa de Seu Melito e mãe de Amaury e Manoel Joaquim, então presidente do time). Elas foram as primeiras a se dedicar à torração dos amendoins, contribuindo de forma prática e essencial para a sobrevivência do clube.

Escolhi falar hoje dessas duas fundamentais nacionalistas como forma de homenagear todas as mulheres que, em todas as épocas e de diversas maneiras, estiveram ao lado do Nacional, colocando seu coração para que o clube se tornasse o que conhecemos e amamos.

Sem dúvida, neste Dia Internacional das Mulheres, o que me cabe, como Presidente do clube, é AGRADECER A TODAS AS NACIONALISTAS, de todas as épocas, por terem contribuído e continuam a contribuindo para a construção dessa paixão que só nós compreendemos.

Feliz Dia Internacional das Mulheres!

Edilson Vieira Andrade

 – Presidente do Nacional -


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