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sexta-feira, 20 de março de 2026

Dr.ª Fernanda Pontes: "Ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Ame-se!"

Para advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, as transformações sociais e o avanço da autonomia feminina têm desafiado antigos papéis de gênero, especialmente a ideia tradicional do “homem da casa”. Ainda que muitos homens reajam positivamente a essas mudanças, outros persistem resistindo, sentindo-se desconfortáveis diante da independência financeira e social das mulheres.

A Advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, faz ótimas reflexões

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Fernanda Pontes - Ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando autonomia financeira, não só porque precisam, mas porque querem ser independentes, deixando de lado, inclusive, a posição de frágeis, de submissas, muito embora ainda existam muitas mulheres vivendo ainda esses papéis na sociedade.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª Fernanda Pontes - A educação sempre abriu portas. O conhecimento, o estudo permite um leque de opções. Com isso, ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando o seu espaço onde só homens conduziam, com reconhecimento profissional e social. Inclusive, atualmente, com o marco digital, as mulheres tomam mais conhecimento sobre seus direitos, igualdade e cidadania. Infelizmente, mesmo diante disso tudo, ainda temos muitos desafios pela frente.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Dr.ª Fernanda Pontes - Esse é um ponto um pouco complicado para se discutir... Os homens ainda têm em mente, por serem criados para isso, aquela responsabilidade de ser o Homem da Casa. E sabemos que a maioria deles se sente incomodada quando a mulher ganha mais, tem sua independência financeira, independência social, autonomia... Com certeza, essas transformações, esse crescimento intelectual e financeiro das mulheres impactam os homens, tanto de forma positiva, quanto negativa.  Existem resistências e padrões antigos que continuam influenciando muitas relações. 

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Dr.ª Fernanda Pontes - É o que acabei de mencionar: ainda existem muitas resistências e padrões antigos que continuam influenciando as relações. Sem dúvida, a família tem papel crucial na construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa. Infelizmente, estamos vivendo num mundo  doente, onde o ódio impera mais que o amor. Aqui, me refiro a uma realidade em que a violência, o controle e o desrespeito ainda são naturalizados em muitas relações. O feminicídio é uma das expressões mais cruéis disso, porque não nasce de um momento isolado, mas de uma cultura marcada por machismo, posse e intolerância. Começa lentamente, desapercebido...

Nova Voz ONLINE - Compreendo.

Dr.ª Fernanda Pontes - Sou mãe solo de um menino de 10 anos e sigo luta constante, exatamente para que ele aprenda os valores aos quais eu não abro mão, valores que aprendi com os meus pais e avós. Ensino a ele comportamentos baseados no respeito, na igualdade, no diálogo. É difícil? Sim! Principalmente com essa interferência digital na vida das crianças hoje em dia. Mas faço questão de estar sempre conversando sobre tudo, dentro de um limite, lógico, com ele. O que é certo, o que é errado, o que fugiu do contexto naquela situação, como se posicionar... É difícil, principalmente sozinha,  mas Deus sempre nos dá força nas situações difíceis, e é nele que a gente encontra refúgio e segue em frente, mesmo quando tudo parece impossível.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Dr.ª Fernanda Pontes - Vou começar repostando aqui algo que li de uma colega advogada, que considero uma verdade relevante: "Mulheres fortes NUNCA desistem. Elas podem até precisar de uma pausa, um café, ter uma crise de choro, e após um dia de sono, sempre voltam fortes". E é isso mesmo... A sobrecarga feminina é enorme. Faz parte do processo parar e respirar.  A mensagem que eu deixo para todas as mulheres é que elas nunca se esqueçam da força que carregam dentro de si. Que continuem ocupando espaços, acreditando no próprio valor e não aceitando menos do que merecem e acreditando que podemos tudo!!! Lugar de mulher é onde ela quiser, sim!!!! Durante muito tempo, tentaram ensinar que a mulher deveria se calar, aceitar e se moldar. Mas hoje sabemos que ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Seja forte, se posicione, se respeite. Ame-se!


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Dra. Elaine Freixo Seixas: “Nós, mulheres, conquistamos espaço e redefinimos os papéis na sociedade e na família”

A Serventuária da Justiça, chefe do Cartório de Itaocara, Dr.ª Elaine Freixo Seixas, fala sobe os avanços femininos que transformam as relações sociais e familiares, ampliando autonomia, liderança e equilíbrio dentro dos lares. Porém, alerta para que as mulheres reflitam que não devem carregar todas as responsabilidades sozinhas.

Dr.ª Elaine Freixo Seixas é uma mulher que faz a diferença em seu trabalho na Justiça de Itaocara e na ONG Noroeste Mais Verde

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Observei mudanças significativas nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres. Houve um avanço importante no reconhecimento da capacidade e da autonomia feminina, especialmente no acesso à educação, ao mercado de trabalho e aos espaços de liderança. Se antes as mulheres tinham sua atuação mais restrita ao ambiente doméstico, hoje elas ocupam funções estratégicas na administração pública, na política, no terceiro setor e em diversas áreas profissionais. Isso naturalmente também impactou as relações familiares, tornando-as mais equilibradas, com maior participação da mulher nas decisões e maior compartilhamento de responsabilidades.

Nova Voz ONLINE - São muitos os desafios, não é mesmo?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Como servidora pública, mãe e participante ativa em iniciativas sociais, percebo que as mulheres passaram a ter uma voz mais forte na construção da sociedade. Ainda existem desafios, mas as mudanças que presenciei ao longo das décadas mostram um caminho de maior igualdade, respeito e reconhecimento do papel feminino em todas as esferas da vida.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - O aumento da escolaridade é um "divisor de águas" que permitiu às mulheres ocuparem espaços que antes eram restritos a nós, garantindo maior independência financeira e poder de decisão sobre nossas próprias vidas. Hoje, já somos maioria no ensino superior, o que impulsiona a economia e reflete diretamente na melhoria da saúde e educação das próximas gerações. Mas um diploma não resolve tudo sozinho: mesmo mais qualificadas, as mulheres ainda enfrentam o desafio da dupla jornada e de salários menores. O avanço educacional é a base da nossa evolução, mas a sociedade ainda precisa ajustar toda uma estrutura para que esse esforço se transforme em igualdade real de oportunidades.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Sim, é visível que as novas gerações de pais, principalmente, estão muito mais presentes e comprometidas com a divisão de tarefas do que as anteriores, impulsionadas por um debate cada vez mais forte sobre a importância do trabalho de cuidado. Avanços como a ampliação da licença-maternidade para 20 dias, votada no Congresso recentemente, refletem esse desejo de maior participação na vida familiar desde o início. No entanto, na prática, as mulheres ainda carregam a maior parte da sobrecarga doméstica e mental. Mas não podemos esquecer que, enquanto celebramos essa evolução de parte dos homens adultos, precisamos ligar o alerta para a geração de adolescentes: o crescimento de ambientes digitais que incentivam o ódio gratuito às mulheres mostra que o progresso não é linear e exige vigilância constante para não retrocedermos.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - A família é onde a base do respeito se forma, e é seu papel demonstrar, através do exemplo, que as tarefas de casa, que cuidar e expressar sentimentos são coisas de meninos e meninas. Educar para uma sociedade menos violenta passa por ensinar aos meninos que a masculinidade não deve ser provada através do domínio, e às meninas que o seu valor não depende da aprovação alheia. Claro que avanços jurídicos e institucionais são essenciais, mas o combate ao feminicídio começa no dia a dia, quando a família substitui repetições machistas enraizadas por exemplos reais de parceria e empatia. Uma criação que valoriza o cuidado e a autonomia de meninos e meninas é uma ferramenta poderosa para romper esse ciclo de violência e construir um futuro de respeito mútuo.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Minha mensagem é para que as mulheres se lembrem de que devem se orgulhar de suas trajetórias até aqui, mas que nunca nos esqueçamos que não precisamos (nem devemos) carregar o mundo sozinhas. Que o nosso desenvolvimento não seja sinônimo de exaustão, mas de liberdade para escolhermos nossos caminhos com segurança e respeito. Desejo que continuemos sendo protagonistas da nossa história, mas que a sociedade também faça a parte dela para que o nosso esforço seja, finalmente, acompanhado de descanso, reconhecimento e igualdade real.


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No mês da mulher, Dr. Jaques Rubinsztajn presta homenagem a mãe, Dona Ester, que completou 94 anos

Aos 94 anos, recém-completados, Dona Ester é celebrada como símbolo de força, dignidade e amor, pelo filho, Dr. Jaques Rubinsztajn. Num bate-papo, ele relembra os ensinamentos da mãe e se emociona ao falar sobre gratidão, respeito e o papel essencial das mulheres na família.

Dr. Jaques muito feliz, ao lado da mãe, Ester

Nova Voz ONLINE – Qual lembrança o senhor guarda da Dona Ester, sua mãe, na sua infância e adolescência?

Dr. Jaques – Ao longo de toda a minha vida — e ainda hoje — minha mãe sempre esteve presente de forma lúcida, participativa e constante em todos os momentos importantes. Essa presença firme e amorosa é, sem dúvida, a lembrança mais marcante que carrego comigo.

Nova Voz ONLINE – O senhor pode falar sobre os ensinamentos dela que permanecem na sua memória agora, na vida adulta?

Dr. Jaques – Com certeza. Ela me ensinou valores que são a base de tudo: senso de responsabilidade, compromisso, ética e, principalmente, honestidade. São princípios que levo comigo todos os dias e que orientam minhas decisões.

Nova Voz ONLINE – De que forma ela contribuiu para a construção do seu respeito e consideração pelas mulheres?
Dr. Jaques – Minha mãe sempre foi um exemplo em todos os sentidos. Foi uma mãe dedicada, uma companheira presente e uma esposa extremamente trabalhadora. Ao observar sua força, dignidade e dedicação, aprendi, desde cedo, a valorizar, respeitar e admirar as mulheres.

Nova Voz ONLINE – No aniversário da Dona Ester, o senhor expressou gratidão por estar ao lado dela celebrando esse momento. O que sentiu naquele instante?
Dr. Jaques – Foi um sentimento de profunda gratidão e emoção. Ter o privilégio de comemorar os 94 anos da minha mãe é uma bênção imensa, uma verdadeira conquista que enche meu coração de alegria e reconhecimento pela vida.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem o senhor deixa para sua mãe e para todas as mulheres neste mês especial dedicado a elas?
Dr. Jaques – Desejo muita saúde, paz e felicidade. Que todas as mulheres continuem sendo esse pilar fundamental dentro das famílias, representando o que há de melhor no mundo e servindo sempre como exemplo e inspiração — um verdadeiro espelho para seus filhos e para as futuras gerações.


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quarta-feira, 18 de março de 2026

Brunna Rimes: "Apesar das conquistas, ainda existem desafios pela frente na busca da igualdade de gêneros"

A arquiteta Brunna Rimes afirma que março — período em que se ressalta o papel da mulher na sociedade — precisa ser encarado mais como um momento de reflexão do que apenas de celebração. Embora reconheça os avanços conquistados, a jovem destaca que ainda há muitos desafios pela frente, especialmente no que diz respeito à segurança, ao respeito e à igualdade de oportunidades.

Brunna Rimes uma profissional que conquista diariamente o respeito dos munícipes de Itaocara e de toda região
Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você notou nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?
Brunna Rimes - Eu percebo que houve mudanças importantes, principalmente no acesso das mulheres à educação, ao mercado de trabalho e aos espaços de decisão. Hoje vemos mais mulheres liderando empresas, ocupando cargos públicos e também atuando em áreas que antes eram vistas como exclusivamente masculinas. Por atuar como arquiteta, posso testemunhar que aconteceu isto na construção civil. Ao mesmo tempo, ainda há bastante a ser mudado. Muitas mulheres continuam vivendo uma dupla ou até tripla jornada, conciliando trabalho, estudo e as responsabilidades da casa e da família. Então acredito que houve progresso, sim, mas ainda estamos em um processo de mudança nas relações dentro das famílias e da sociedade.
Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?
Brunna Rimes - A educação tem um papel fundamental nesse processo. Quando uma mulher tem acesso ao estudo/escolaridade, ela amplia suas possibilidades profissionais, sua independência financeira e também sua capacidade de tomar decisões sobre a própria vida. Além disso, a presença feminina na ciência tem produzido contribuições muito importantes para a sociedade. Tivemos grandes destaques de cientistas brasileiras, como Tatiane Sampaio, no estudo de um medicamento experimental chamado polilaminina para tratar paraplegia e tetraplegia; e as cientistas, Ester Cerdeira Sabino e Jaqueline Goes de Jesus, que decodificaram o vírus da Covid-19. Dá orgulho falar sobre elas!
Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?
Brunna Rimes - Acho que estamos vivendo um período de transição. Já vemos alguns homens mais presentes na criação dos filhos e dividindo tarefas domésticas. Mas essa mudança ainda acontece de forma desigual. Em muitas famílias, ainda existe uma expectativa cultural de que a maior parte do cuidado da casa e da família seja responsabilidade da mulher. Então acredito que estamos avançando em passos de formiguinhas.
Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais respeitosa?
Brunna Rimes - A família tem um papel essencial, porque é dentro de casa que muitas das primeiras referências de respeito, limites e convivência são construídas. Educar meninos para compreender que mulheres merecem respeito e que relações devem ser baseadas em igualdade é fundamental. Da mesma forma, é fundamental que meninas cresçam reconhecendo seu valor, seus direitos e seus limites. Hoje também é importante que as famílias estejam atentas ao que as crianças e adolescentes consomem na internet e no celular, porque muitos comportamentos e ideias acabam sendo formados ali. A orientação e o diálogo dentro de casa continuam sendo fundamentais para construir uma sociedade mais respeitosa.
Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?
Bruna Rimes - Acho que o mês de março deve ser um momento mais de reflexão, do que apenas de celebração. Houve conquistas importantes ao longo do tempo, mas existem muitos desafios pela frente, especialmente quando falamos de segurança, respeito e igualdade de oportunidades. É importante dar visibilidade às mulheres que estão produzindo conhecimento, pesquisando, liderando projetos e contribuindo para avanços na saúde, na ciência e em tantas outras áreas. Quando meninas veem essas referências, muitas passam a considerar caminhos que antes pareciam distantes, como seguir carreira científica. Que cada vez mais meninas se sintam encorajadas a estudar, pesquisar, questionar e ocupar seus espaços.

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Professora Rachel Audízio: "A Missão de Educar e o Poder de Ser Muitas - O Legado de uma Mulher Educadora"

No cenário educacional contemporâneo, a figura da educadora vai muito além da transmissão de conteúdos programáticos. Ser educadora hoje, especialmente ao assumir papéis de liderança e coordenação, exige uma força que se nutre não apenas dos livros, mas da vivência pessoal e da sensibilidade do cuidado.

Um clã de mulheres repletas de valores: Sentadas: Rachel, Francine, Katia e Tatiane. De Pé: Mayara, Maria, Maria Antônia, Maria Sofia e Heloize.

Minha trajetória na educação é marcada por uma convicção inabalável: a formação integral do estudante. Entendo que o jovem que se senta à frente de um professor não é apenas um repositório de dados, mas um ser humano em construção, com emoções, contextos e sonhos. Olhar para o aluno em sua totalidade — intelectual, social e emocional — é o que define o verdadeiro propósito do meu trabalho.

A minha força que vem do berço!

Essa visão humanizada da pedagogia não nasceu por acaso; ela é o reflexo da mulher que sou fora dos muros da escola. Minha força como profissional é alimentada pelos laços que me sustentam:

Como filha dedicada de uma grande educadora, aprendi o valor da honra e da gratidão às raízes.

Ser mãe e, mais recentemente, vivenciar a doçura de ser avó, trouxe-me a paciência e a esperança renovada no futuro. Essas funções me ensinam diariamente que educar é, acima de tudo, um ato de amor e de exemplo.

Minha identidade é também fortalecida por ser irmã de outras três mulheres incríveis. Nelas, encontro o espelho de resiliência e a prova de que a união feminina é uma potência capaz de transformar realidades.

Educar é um Ato de Resistência e Afeto.

Ser uma mulher educadora é equilibrar a firmeza da gestão com a delicadeza do olhar. É entender que, enquanto coordeno processos pedagógicos, estou também honrando a história das mulheres da minha família e preparando o terreno para que meus netos e alunos encontrem um mundo mais consciente e humano.

Acredito que a educação de excelência se faz com técnica, sim, mas é o coração de quem educa que garante que o conhecimento se transforme em sabedoria. Sigo firme nessa missão, orgulhosa de cada papel que desempenho e convicta de que a educação integral é o único caminho para uma sociedade verdadeiramente justa.


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