Anuncie aqui seus produtos.

Divulgar é um investimento

Estaremos sempre trazendo o que acontece na Região e no Mundo para você

-->

quarta-feira, 18 de março de 2026

Brunna Rimes: "Apesar das conquistas, ainda existem desafios pela frente na busca da igualdade de gêneros"

A arquiteta Brunna Rimes afirma que março — período em que se ressalta o papel da mulher na sociedade — precisa ser encarado mais como um momento de reflexão do que apenas de celebração. Embora reconheça os avanços conquistados, a jovem destaca que ainda há muitos desafios pela frente, especialmente no que diz respeito à segurança, ao respeito e à igualdade de oportunidades.

Brunna Rimes uma profissional que conquista diariamente o respeito dos munícipes de Itaocara e de toda região
Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você notou nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?
Brunna Rimes - Eu percebo que houve mudanças importantes, principalmente no acesso das mulheres à educação, ao mercado de trabalho e aos espaços de decisão. Hoje vemos mais mulheres liderando empresas, ocupando cargos públicos e também atuando em áreas que antes eram vistas como exclusivamente masculinas. Por atuar como arquiteta, posso testemunhar que aconteceu isto na construção civil. Ao mesmo tempo, ainda há bastante a ser mudado. Muitas mulheres continuam vivendo uma dupla ou até tripla jornada, conciliando trabalho, estudo e as responsabilidades da casa e da família. Então acredito que houve progresso, sim, mas ainda estamos em um processo de mudança nas relações dentro das famílias e da sociedade.
Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?
Brunna Rimes - A educação tem um papel fundamental nesse processo. Quando uma mulher tem acesso ao estudo/escolaridade, ela amplia suas possibilidades profissionais, sua independência financeira e também sua capacidade de tomar decisões sobre a própria vida. Além disso, a presença feminina na ciência tem produzido contribuições muito importantes para a sociedade. Tivemos grandes destaques de cientistas brasileiras, como Tatiane Sampaio, no estudo de um medicamento experimental chamado polilaminina para tratar paraplegia e tetraplegia; e as cientistas, Ester Cerdeira Sabino e Jaqueline Goes de Jesus, que decodificaram o vírus da Covid-19. Dá orgulho falar sobre elas!
Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?
Brunna Rimes - Acho que estamos vivendo um período de transição. Já vemos alguns homens mais presentes na criação dos filhos e dividindo tarefas domésticas. Mas essa mudança ainda acontece de forma desigual. Em muitas famílias, ainda existe uma expectativa cultural de que a maior parte do cuidado da casa e da família seja responsabilidade da mulher. Então acredito que estamos avançando em passos de formiguinhas.
Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais respeitosa?
Brunna Rimes - A família tem um papel essencial, porque é dentro de casa que muitas das primeiras referências de respeito, limites e convivência são construídas. Educar meninos para compreender que mulheres merecem respeito e que relações devem ser baseadas em igualdade é fundamental. Da mesma forma, é fundamental que meninas cresçam reconhecendo seu valor, seus direitos e seus limites. Hoje também é importante que as famílias estejam atentas ao que as crianças e adolescentes consomem na internet e no celular, porque muitos comportamentos e ideias acabam sendo formados ali. A orientação e o diálogo dentro de casa continuam sendo fundamentais para construir uma sociedade mais respeitosa.
Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?
Bruna Rimes - Acho que o mês de março deve ser um momento mais de reflexão, do que apenas de celebração. Houve conquistas importantes ao longo do tempo, mas existem muitos desafios pela frente, especialmente quando falamos de segurança, respeito e igualdade de oportunidades. É importante dar visibilidade às mulheres que estão produzindo conhecimento, pesquisando, liderando projetos e contribuindo para avanços na saúde, na ciência e em tantas outras áreas. Quando meninas veem essas referências, muitas passam a considerar caminhos que antes pareciam distantes, como seguir carreira científica. Que cada vez mais meninas se sintam encorajadas a estudar, pesquisar, questionar e ocupar seus espaços.

Share:

Professora Rachel Audízio: "A Missão de Educar e o Poder de Ser Muitas - O Legado de uma Mulher Educadora"

No cenário educacional contemporâneo, a figura da educadora vai muito além da transmissão de conteúdos programáticos. Ser educadora hoje, especialmente ao assumir papéis de liderança e coordenação, exige uma força que se nutre não apenas dos livros, mas da vivência pessoal e da sensibilidade do cuidado.

Um clã de mulheres repletas de valores: Sentadas: Rachel, Francine, Katia e Tatiane. De Pé: Mayara, Maria, Maria Antônia, Maria Sofia e Heloize.

Minha trajetória na educação é marcada por uma convicção inabalável: a formação integral do estudante. Entendo que o jovem que se senta à frente de um professor não é apenas um repositório de dados, mas um ser humano em construção, com emoções, contextos e sonhos. Olhar para o aluno em sua totalidade — intelectual, social e emocional — é o que define o verdadeiro propósito do meu trabalho.

A minha força que vem do berço!

Essa visão humanizada da pedagogia não nasceu por acaso; ela é o reflexo da mulher que sou fora dos muros da escola. Minha força como profissional é alimentada pelos laços que me sustentam:

Como filha dedicada de uma grande educadora, aprendi o valor da honra e da gratidão às raízes.

Ser mãe e, mais recentemente, vivenciar a doçura de ser avó, trouxe-me a paciência e a esperança renovada no futuro. Essas funções me ensinam diariamente que educar é, acima de tudo, um ato de amor e de exemplo.

Minha identidade é também fortalecida por ser irmã de outras três mulheres incríveis. Nelas, encontro o espelho de resiliência e a prova de que a união feminina é uma potência capaz de transformar realidades.

Educar é um Ato de Resistência e Afeto.

Ser uma mulher educadora é equilibrar a firmeza da gestão com a delicadeza do olhar. É entender que, enquanto coordeno processos pedagógicos, estou também honrando a história das mulheres da minha família e preparando o terreno para que meus netos e alunos encontrem um mundo mais consciente e humano.

Acredito que a educação de excelência se faz com técnica, sim, mas é o coração de quem educa que garante que o conhecimento se transforme em sabedoria. Sigo firme nessa missão, orgulhosa de cada papel que desempenho e convicta de que a educação integral é o único caminho para uma sociedade verdadeiramente justa.


Share:

segunda-feira, 16 de março de 2026

Dr.ª Andréia destaca que a formação educacional ampliou as oportunidades para as mulheres no meio jurídico

Não é fácil por em palavras uma reflexão destacando o valor da história, da fé e da dedicação feminina, para conquistar espaço na sociedade humana. Mas justamente é isto que encontramos nas palavras da brilhante advogada, especialista em direito do consumidor, Dr.ª Andreia Rodrigues Ferraz, que ressalta a importância do apoio mútuo para seguir transformando ambientes com coragem, sabedoria e amor.

Dr.ª Andreia é destas pessoas especiais que conseguem combinar qualidades como coragem e gentileza nas relações humanas

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Andréia - Podemos perceber grandes mudanças na forma em que a mulher é vista na sociedade e dentro do próprio ambiente familiar. Anos atrás víamos mulheres ocupando cargos “feitos para mulheres”, sendo deslocadas para funções de secretariado, organização, operação etc. Hoje as mulheres ocupam cada vez mais espaços de responsabilidade e liderança, com voz ativa e participação nas decisões. Ao mesmo tempo, continuo admirando algo que sempre marcou a presença feminina: a capacidade de cuidar, de acolher e de sustentar a família com sensibilidade e força. Isso reflete o  amadurecimento da sociedade, em que a mulher pode ocupar grandes cargos, sem deixar de lado seus valores e sua essência.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª - Andréia - O acesso ao estudo trouxe autonomia, preparo e segurança para ocupar espaços profissionais e de liderança. Na minha trajetória no meio jurídico vejo o quanto a formação e o conhecimento dão às mulheres a oportunidade de contribuir, de forma ativa, para a construção de uma sociedade mais justa. A educação abre portas e fortalece o senso de responsabilidade com o próximo.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Dr.ª - Andréia - Sim, acredito que essas transformações sociais refletem também na postura dos homens. Hoje vemos que eles estão mais presentes na vida familiar, participando da criação dos filhos e compreendendo melhor o valor da parceria dentro do casamento e da família. Relações mais equilibradas nascem quando há respeito, diálogo e colaboração. Quando cada um compreende seu papel e caminha ao lado do outro, a família se fortalece.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais respeitosa?

Dr.ª - Andréia - A base de uma sociedade mais justa começa dentro de casa. É na família que aprendemos valores como respeito, responsabilidade, empatia e dignidade humana. Educar os filhos com esses princípios é essencial para formar adultos conscientes de que ninguém é superior a ninguém e de que o respeito deve sempre estar presente em qualquer relação. Quando a família se compromete com essa formação de valores, ela contribui diretamente para uma sociedade mais humana. 

Nova Voz ONLINE - Correto!

Dr.ª - Andréia - Além de tudo isso, é importante que dentro do ambiente familiar os meninos entendam que são mais fortes e mais brutos para protegerem as mulheres e não as machucarem, que a violência não é permitida em nenhuma esfera, mas que é totalmente inaceitável uma sociedade em os homens matam as mulheres pelo simples fato de serem mulheres.

Nova Voz ONLINE - O feminicídio parece não ter fim, não é mesmo?

Dr.ª - Andréia - É muito triste abrir os jornais e diariamente sermos bombardeados com mulheres sendo atacadas por desejarem dar fim a um relacionamento ou rejeitarem um homem, é triste viver em uma sociedade em que temos medo de sermos violentadas andando na rua. Sonho com um futuro sem violência e com respeito para todas as mulheres, independente de quem sejam. 

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?

Dr.ª - Andréia - Minha mensagem é de encorajamento e esperança. Que cada mulher reconheça o valor da sua história, da sua fé, da sua dedicação e da sua capacidade de transformar os ambientes por onde passa. A mulher tem uma força silenciosa, que muitas vezes se manifesta no cuidado, na perseverança e na coragem diante dos desafios. Que possamos seguir firmes, apoiando umas às outras e construindo caminhos com sabedoria, fé e amor.


Share:

Monik Araújo diz que houve avanços, mas a mulher continua enfrentando desafios diários na sociedade

Para a empreendedora Monik Araújo, Março é mês de celebração e reconhecimento, mas a valorização da mulher precisa ser constante, presente em atitudes diárias. Ela ressalta ainda que quando uma mulher é respeitada e fortalecida, toda a sociedade é valorizada.

Mulher, Mãe e Empreendedora, Monik Araújo

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Monik - Nós, mulheres, conquistamos mais espaço e voz, tanto na família quanto na sociedade. Hoje  participamos mais das decisões, empreendemos, estudamos e buscamos independência. Ainda há desafios, mas os avanços são claros e muito importantes.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Monik - A educação foi fundamental. Ela trouxe autonomia, segurança e conhecimento dos próprios direitos. Quando a mulher estuda, ela amplia suas oportunidades e transforma não só a própria vida, mas também a de sua família.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar?

Monik - Sim. Muitos homens passaram a participar mais da vida familiar e a dividir responsabilidades. Isso fortalece os relacionamentos e constrói lares mais equilibrados e respeitosos.

Nova Voz ONLINE - Qual é o papel da família na construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Monik - A família é a base de tudo. É dentro de casa que ensinamos respeito, igualdade e empatia. Educar meninos e meninas com esses valores é essencial para construirmos uma sociedade mais justa.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?

Monik - Que cada mulher reconheça sua força e seu valor. Que nunca desista dos seus sonhos e ocupe com coragem os espaços que são seus por direito. Março é celebração, mas o respeito deve existir todos os dias.


Share:

quinta-feira, 12 de março de 2026

Eduarda afirma que é no lar que meninos e meninas precisam aprender valores como empatia e respeito

Para Maria Eduarda  Monnerat Erthal Antunes, educar não se resume a impor regras, mas sim a demonstrar, nas atitudes cotidianas, o exemplo que se quer transmitir. Ela afirma que uma sociedade harmoniosa, nasce de gestos simples dentro de casa, desde a forma como a conversa flui até o compartilhamento de responsabilidades.

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Eduarda - percebo que antes de ganho de força, era muito comum que as mulheres fossem vistas principalmente como responsáveis pelo lar e pela criação dos filhos, mas hoje, vejo mulheres ocupando espaços de poder, no mercado de trabalho, buscando independência financeira e tomando decisões com mais autonomia e segurança.

Nova Voz ONLINEQual a importância do aumento da escolaridade na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

EduardaA educação não apenas abriu portas profissionais, mas também fortaleceu a autonomia, a autoestima e a participação social das mulheres. Ela deu voz a inúmeras cidadãs que, por muito tempo, lutaram em silêncio, dedicaram suas vidas à sociedade e, ainda assim, foram invisibilizadas na opinião pública e na participação política direta. Sem dúvida, a educação — não apenas para as mulheres, mas para todos os cidadãos — é um dos principais fatores de transformação social.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejáveis para suas companheiras?

Eduarda - Não tenho dúvidas. Hoje, diferente de outrora, vemos pais participativos, pais nas assembleias escolares, juntos de tantas mães, pais se divertindo com filhos no fim do dia e aprendendo a fazer penteados nas suas pequenas princesas. Vejo isso tudo como resultado desse ganho de força e participação da mulher no mercado de trabalho e na tomada de decisões, tudo fruto dessa transformação  que reconfigurou o funcionamento das famílias, dividindo com amor, respeito e responsabilidade os deveres familiares entre os cônjuges.   

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Eduarda –  É dentro de casa, no seio familiar, que meninos e meninas aprendem, desde cedo, valores como empatia, diálogo, igualdade e respeito ao próximo. Quando ensinamos que ninguém é superior a ninguém, que sentimentos podem ser expressos e que o respeito é inegociável, estamos formando adultos mais conscientes e responsáveis. Educar não é apenas impor regras, mas dar exemplo nas atitudes do dia a dia. Uma sociedade mais harmoniosa começa em gestos simples dentro de casa, no modo como falamos, dividimos tarefas e tratamos uns aos outros. É ali que plantamos as sementes do respeito que queremos ver no mundo.


Share:

Carlinhos Barrias - Bar dos Amigos

 


PARCEIRO


Studio Fênix - Visite


Itaocara Seguros

Core Contabilidade



Postagens mais visitadas

Arquivo do blog

Referências

Unordered List

Support