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domingo, 9 de agosto de 2026

Domingo, Dia dos Pais: a força da família começa com a harmonia dos pais – Dr. Maria Luíza Obino Niederauer

Há valores que atravessam gerações e jamais perdem sua importância. Um deles é a certeza de que a família constitui o centro da sociedade humana. Não existe comunidade forte sem famílias sólidas, nem verdadeira felicidade social quando o núcleo familiar está fragilizado. Por isso, cuidar da família é cuidar do futuro. E esse é o dever de pais e mães.

É verdade que os pais do século XXI enfrentam desafios muito diferentes daqueles vividos pelas gerações anteriores. As mudanças tecnológicas, o ritmo acelerado da vida e as novas exigências da sociedade impõem responsabilidades cada vez maiores. Contudo, a missão essencial da paternidade continua a mesma: amar, proteger, educar e acompanhar os filhos em cada etapa de sua caminhada.

Quando pai, mãe e filhos vivem em harmonia, fundamentados no respeito, no diálogo e na fé, tornam-se uma referência para todos ao seu redor. Famílias unidas irradiam esperança, fortalecem a comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa, solidária e fraterna. Esse é um patrimônio que não podemos perder nem deixar de transmitir às novas gerações.

Assim como São José cuidou da Sagrada Família com discrição, coragem e fidelidade, cada pai é convidado a exercer sua missão com generosidade, sendo exemplo de amor, responsabilidade e confiança em Deus.

Neste Dia dos Pais, elevemos nossa oração por todos aqueles que receberam essa bela vocação. 

Que Deus lhes conceda sabedoria para educar, serenidade para enfrentar os desafios, coragem para proteger suas famílias e um coração sempre disposto a amar. Que nunca lhes falte a graça de compreender que a construção do mundo que desejamos começa dentro de casa, no cultivo de uma família sólida, alicerçada no amor ao próximo, na harmonia e na fé.

Como ensina o Sumo Pontífice, Leão IV: “A paternidade é um dom de Deus, e os pais devem exercer essa responsabilidade com amor, paciência e sabedoria, buscando sempre o bem-estar e a felicidade de seus filhos.”


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Vereador Jarbas Aleixo ressalta os pais que mesmo com a rotina do trabalho não abrem mão de cuidar dos filhos

Mesmo não sendo pai, compreendo a importância desse papel na formação de uma família e de uma sociedade mais justa e humana. Tenho profunda admiração por todos os pais que acordam cedo, trabalham incansavelmente para garantir o sustento de seus lares e, apesar das responsabilidades e do cansaço, fazem questão de reservar tempo para acompanhar o crescimento dos filhos, transmitir valores e participar dos momentos que realmente importam.

Esta homenagem também se estende às mães que, diariamente, dividem ou assumem sozinhas a missão de educar, proteger e oferecer um futuro melhor para suas crianças. 

Pais e mães são verdadeiros exemplos de coragem, perseverança e amor, enfrentando desafios para que seus filhos cresçam com saúde, dignidade e oportunidades.

Valorizar quem dedica a própria existência ao bem-estar dos filhos é reconhecer a importância da família como base de toda a sociedade.

Faço um cumprimento especial ao meu pai, Jaderson Aleixo, ao meu tio, Jardel, e ao meu avô, José Aleixo.

A todos os pais, minha sincera homenagem e o desejo de um feliz e abençoado Dia dos Pais.


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sábado, 8 de agosto de 2026

O Meu Pai, José Maria Fernandes – Texto Bethânia Fernandes

O Dia dos Pais sempre me convida a olhar para a minha história e perceber o quanto fui privilegiada por ser filha de José Maria Fernandes. Antes de ser uma liderança política respeitada, ele foi, para mim e para o meu irmão Cássio, um pai amoroso, presente em tudo o que realmente importava. Cada conquista nossa, por menor que fosse, era celebrada por ele com uma alegria que parecia maior do que a nossa.

Meu pai construiu sua trajetória com trabalho, perseverança e um profundo compromisso com o bem comum. Filho de uma família simples, começou a trabalhar ainda menino e fez da honestidade e da dedicação os pilares da sua vida. Em Itaocara, encontrou o lugar onde construiu sua família, desenvolveu sua atividade profissional e decidiu dedicar grande parte da sua existência à vida pública.

A política nunca foi, para ele, um caminho de benefícios pessoais. Ao contrário, era uma missão. Seu escritório de contabilidade e suas atividades rurais garantiam o sustento da família. A política era exercida com desprendimento, movida pelo desejo de transformar Itaocara em um município mais desenvolvido e mais justo. Meu pai nunca deixou de sonhar. Sempre tinha uma nova ideia, um novo projeto, uma nova esperança para melhorar a vida das pessoas.

Sua atuação ultrapassava os limites do município. Como fundador do MDB em Itaocara, participou da luta pela redemocratização do Brasil, presidiu o partido por muitos anos, foi Delegado Nacional do PMDB e manteve diálogo permanente com deputados, senadores e governadores, sempre defendendo os interesses da nossa cidade e da integração do Noroeste Fluminense. Era uma referência política respeitada, mas, acima de tudo, um homem de palavra.

Desde a infância, compreendemos que a política ocupava parte do tempo que gostaríamos de ter ao lado dele. Hoje, entendo que aquele tempo era dedicado ao serviço público e ao compromisso com tantas famílias que confiavam nele. Esse exemplo nos ensinou que a verdadeira política é feita para servir às pessoas e construir um futuro melhor.

Outra marca inesquecível do meu pai é sua generosidade. Até hoje encontro pessoas que fazem questão de me contar como foram ajudadas por ele, como receberam um conselho, uma oportunidade ou uma palavra de incentivo. Essas lembranças confirmam aquilo que sempre vivi dentro de casa: ele cultivava amizades sinceras, tratava todos com respeito e acreditava que a maior riqueza de uma vida são as pessoas.

Neste Dia dos Pais, meu sentimento é, acima de tudo, de gratidão. Gratidão pelo pai amoroso que tive, pelos valores que nos transmitiu e pelo legado que deixou para nossa família, para seus amigos e para Itaocara. Tenho muito orgulho de carregar seu nome e de ver que sua história continua viva na memória e no coração de tantas pessoas.


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Entre gratidão, fé e ensinamentos: Eduardo Antunes homenageia o pai, Antunes Bombeiro, no Dia dos Pais

Para Eduardo Antunes, ser pai vai muito além de uma responsabilidade: é estar presente, orientar e transmitir valores que acompanham os filhos por toda a vida. Ele fala sobre a influência do próprio pai, a importância da família na formação do cidadão e os princípios que procura levar para a criação de seus filhos, Maria Alice e Bento.

Nova Voz ONLINE – Qual lembrança vem à sua memória quando perguntamos sobre o seu pai?

Eduardo Antunes - São muitas memórias, mas a principal é saber que ele colocou em segundo plano sua carreira no Corpo de Bombeiros para poder estar perto de mim, me criar e contribuir para me tornar o homem que sou hoje. Alguns podem não entender, mas, em seu tempo de farda, as promoções dependiam muito de cursos de formação ministrados apenas na capital do estado, o que levava cerca de seis meses. Como pai apaixonado e responsável, como sempre foi, nunca colocou o sonho de uma carreira acima da paternidade e da responsabilidade de ser um pai presente, de estar comigo em cada realização e de dar seu jeitinho para não perder uma olimpíada estudantil.

Nova Voz ONLINE - Ler isso é emocionante e já demonstra o caráter do seu pai.

Eduardo Antunes - Sou muito grato e orgulhoso desse grande homem que Itaocara inteira conhece, respeita e admira, que é meu pai: o Antunes Bombeiro, o Antunes da Gisele. Aliás, hoje, o Antunes é o avô do Bento e da Maria Alice.

Nova Voz ONLINE – Em sua opinião, qual é o maior desafio de ser pai nos dias de hoje?

Eduardo Antunes - É exatamente ser pai. Não pela dificuldade de sê-lo, mas pelas dificuldades que o meio social nos impõe hoje. As famílias, de modo geral, estão sendo tolhidas do exercício do pátrio poder, da educação, da adequada instrução de seus filhos e da transmissão da doutrina da fé. Aliás, essa fé é protegida pela Constituição Federal, mas, muitas vezes, é modulada e manipulada para prejudicar determinados grupos e crenças. Devo lembrar que o olhar da sociedade e do Estado deve ser, sim, atento e diligente em todos os casos de violação, violência e abuso. Mas as famílias devem ter seus direitos garantidos, e seu núcleo deve ser protegido e fortalecido pelo Estado. Afinal, o cidadão se forma no seio familiar e gera seus reflexos fora dele.

Nova Voz ONLINE – Tem alguma coisa em especial que o seu pai lhe ensinou e que você traz consigo até hoje?

Eduardo Antunes - A confiança. Meu pai me criou para confiar nele, assim como confio nele até hoje. Certo ou errado, sempre confiei, pois sempre ouvi dele que estaria ao meu lado, no que fosse. Isso não se traduz em conivência, mas, sim, em instrução e sabedoria de quem sabe guiar para a resolução dos problemas. Jesus disse: “A César o que é de César, a Deus o que é de Deus.” Estar junto, na verdade, sempre é seguir a lei dos homens, sem se afastar da lei de Deus.

Nova Voz ONLINE – O que você acredita que nunca pode faltar na relação entre pai e filho?

Eduardo Antunes - Com toda certeza, é o respeito. Aliás, em nenhuma relação interpessoal o respeito pode ficar de fora. Infelizmente, o respeito está escasso. A cada dia que passa, nos deparamos com mais e mais situações que nos envergonham enquanto sociedade. Mas, ainda assim, creio, enquanto cristão católico, que nossa sociedade tem jeito. E luto a cada dia para dar o exemplo aos meus filhos e, aos poucos, ajudar a construir o caráter deles e formá-los para serem cidadãos íntegros.

Nova Voz ONLINE – Para encerrar, há alguma história curiosa ou divertida envolvendo seu pai que você gosta de lembrar?

Eduardo Antunes - Certa vez, fomos com um grupo de pessoas para uma praia e, como bem se sabe, nunca há consenso quando o grupo é grande. Meu pai sempre me disse que, quando saímos para passear, o fato de sair já é diversão e que temos que aproveitar a ida, a permanência e o retorno.

Nova Voz ONLINE - Excelente reflexão!

Eduardo Antunes - Com essa motivação e esse bom astral, quando era perguntado, a cada decisão ou indecisão do grupo, ele sempre respondia: “Vamos sim”. E, quando alguém discordava, ele dizia: “Então não vamos não”. O motivo disso ser marcante é que observar esse jeito dele me fez aprender a viver, a me adaptar e a sempre extrair o melhor de cada situação. Ser grato pelo que tenho, pelo que fiz e até pelo que não pude fazer. Afinal, tudo é permissão de Deus, e é a Ele que devemos dedicar e agradecer por cada despertar.


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Victor Hugo diz que seu Pai, Wagner Pinho, é exemplo de força, coragem, honestidade e dedicação à família

Hoje é um dia especial para homenagear o homem que, para mim, representa força, coragem, honestidade, trabalho duro e amor: meu pai Wagner Pinho.

Pai, você é um verdadeiro guerreiro da vida. Um homem que nunca teve medo de lutar, que sempre trabalhou com dignidade e fez o possível e o impossível para cuidar da sua família. 

Muitas vezes, talvez sem perceber, você me ensinou mais com suas atitudes do que com palavras.  Me ensinou o valor do trabalho, da honestidade, da responsabilidade e, principalmente, da família. Seu jeito protetor sempre me fez sentir que, enquanto você estivesse por perto, eu nunca estaria sozinho. 

Sei que a vida nem sempre foi fácil, enfrentamos dificuldades financeiras, muitos problemas de saúde, mas o senhor nunca largou de mão e nunca deixou de viver a vida com felicidade. E é isso que torna você ainda mais especial para mim. Tenho um orgulho enorme de ser seu filho, do pai que sempre foi e do exemplo que representa na minha vida.

Eu te amo muito, pai. ❤️

Feliz Dia dos Pais! Você merece todo amor, respeito e reconhecimento do mundo.


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