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sexta-feira, 27 de março de 2026

Professor Augusto Pimenta chega aos 70 anos com 51 anos dedicados ao magistério, a música e a escrever

O Professor Augusto Pimentel, carinhosamente conhecido como Pimenta, faz a diferença em Itaocara desde o dia em que chegou ao nosso município. Em suas salas de aula, dezenas — ou melhor, centenas — de alunos passaram a compreender a desafiadora ciência da matemática, graças à sua forma leve e envolvente de ensinar. Ele nos mostra que, por trás dos números e da lógica matemática, existe um conhecimento capaz de nos ajudar a entender a própria vida com mais clareza.

O aniversariante Pimenta com Sônia, sua cara metade

Além de educador dedicado, Augusto é escritor, autor do livro Praça da Matemática: As faces da história na construção de um monumento, no qual registra a importância e a história de um dos maiores símbolos de Itaocara: a Praça da Matemática.

Uma obra que não pode faltar na sua estante

E como se tudo isso já não bastasse, ele também é músico da banda OS ÚNICOS QUEM, levando o melhor do rock and roll por onde passa, sempre ao lado de sua companheira de vida, a professora Sônia Santos.

Querido amigo, obrigado pelo presente que é a sua vida e pela forma generosa com que espalha coisas boas por onde passa. Pessoas como você tornam o mundo — e Itaocara — um lugar muito melhor de se viver.

Feliz aniversário!


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quinta-feira, 26 de março de 2026

Presidente da OAB Mulher de Itaocara, a Dr.ª Iara Soares Pré Defanti, ressalta a resiliência DELAS na história

Para a Dr.ª Iara Soares Pré, a educação se consolidou como um dos principais motores de transformação na vida das mulheres nas últimas décadas, ao ampliar horizontes, fortalecer a autonomia e garantir o direito delas decidirem os próprios caminhos.

Dr.ª Iara Soares Pré Defanti, Pres. da OAB Mulher de Itaocara

Nova Voz ONLINE - Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Iara Soares Pré Defanti - Ao longo dos anos, percebo que a mulher deixou de ocupar apenas espaços impostos e passou a conquistar, com coragem, disciplina e sabedoria os lugares que sempre lhe pertenceram. Hoje, ela tem mais voz, mais autonomia e mais consciência do seu valor. A mulher entendeu que não precisa se diminuir para caber em lugar nenhum — ela pode crescer e transformar tudo ao seu redor com amor e cuidado que somente as mulheres possuem.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Iara Soares Pré Defanti - A educação foi uma verdadeira chave de transformação. Ela abriu portas, fortaleceu a independência e deu à mulher o poder de escolha. Com conhecimento, a mulher se posiciona, constrói sua história e rompe ciclos que antes pareciam impossíveis de mudar, mostrando sabedoria, força e independência. Uma mulher instruída constrói o que deseja. 

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Iara Soares Pré Defanti - Sim,  essas mudanças impactaram toda a sociedade. Muitos homens passaram a compreender que parceria é caminhar lado a lado, com respeito e equilíbrio. Hoje, vemos mais participação na vida familiar e também um olhar mais atento ao autocuidado, o que fortalece relações mais saudáveis. Contudo, ainda é necessário que tenhamos mais avanços e conscientização para que tudo se encaixe de forma harmoniosa, ainda há muitas mulheres que sofrem sem ter voz.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Iara Soares Pré Defanti - Mostra a cada um deles como respeito, igualdade e empatia devem ser papéis importantes para construírem relações saudáveis e conscientes.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Iara Soares Pré Defanti - Acredito que a base de tudo está na educação dentro de casa, no que é de fato visto dentro e casa e na construção do AMOR PRÓPRIO. É na família que se ensina respeito, empatia, amor e igualdade. Meninos devem aprender a respeitar os limites e meninas devem crescer sabendo que merecem ser respeitadas, ASSIM COMO O QUANTO É VALIOSO SER MULHER E POSSUIR AMOR PRÓPRIO. Que cada mulher reconheça a sua força, sua resiliência, sua história e o seu valor.  Você é  suficiente e merece tudo aquilo que sonha, você é mais forte que imagina e mais capaz do que já provou. E por fim, seja GENTIL com você, há muitas batalhas que são sustentadas em seu emocional, SOMENTE POR SER MULHER! UM FORTE ABRAÇO.


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CEO da Dharsana Joias e Operação 10k, Letícia, ressalta o poder do lar no combate a violência contra a mulher

Mostrar no ceio da família, desde cedo, a cada criança, que respeito, igualdade e empatia não são apenas valores bonitos — são pilares fundamentais para a construção de relações verdadeiramente saudáveis e conscientes, são fundamentais para a mudança necessária para por fim ao grande número de feminicídios que acompanhamos diariamente, destaca Letícia Bastos Pinheiros, CEO da Dharsana Joias e Operação 10k.

Letícia Bastos Pinheiro é Chefe Executiva da Dharsana Joias e Operação 10k

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Letícia Bastos Pinheiro – Percebo que nós, mulheres, conquistamos muito mais do que apenas espaço: conquistamos voz, independência e respeito. Hoje temos mais autonomia financeira, participamos ativamente das decisões e ocupamos posições que antes nos eram negadas. O papel feminino deixou de ser restrito ao ambiente doméstico e passou a incluir carreira, liderança e liberdade de escolha.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Letícia – A educação foi fundamental nesse processo. Ela abriu portas, ampliou horizontes e fortaleceu nossa autonomia. Com mais acesso ao conhecimento, passamos a ter mais oportunidades e a tomar decisões mais conscientes sobre nossas vidas. Isso impacta diretamente na nossa independência e no nosso posicionamento dentro da sociedade.

Nova Voz ONLINE – Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Letícia – Sim, com certeza. À medida que as relações se tornam mais equilibradas, surge também uma divisão mais justa de responsabilidades. Os homens estão mais presentes na vida familiar e também mais atentos ao próprio bem-estar, à aparência e à saúde emocional. Isso contribui para relações mais saudáveis, baseadas em parceria e troca.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, reflexo de conceitos machistas ainda presentes na sociedade. Na sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para construirmos uma sociedade mais respeitosa?

Letícia – A família tem um papel essencial. É dentro de casa que se formam os valores. Ensinar desde cedo sobre respeito, igualdade e empatia é fundamental para que meninos e meninas cresçam conscientes e preparados para construir relações saudáveis. Precisamos formar pessoas que entendam o valor do outro e saibam conviver com as diferenças.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Letícia – Nunca esqueça do seu valor. Você pode ser tudo o que quiser: forte, sensível, ambiciosa e livre. Não aceite menos do que merece e jamais diminua sua luz para caber em lugares pequenos. Março é apenas um lembrete do seu poder — mas ele existe o ano inteiro. Beijos, Letícia Bastos Pinheiros, Ceo da Dharsana / Operação 10k 💎.


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terça-feira, 24 de março de 2026

Para a fisioterapeuta Ângela Machado, a educação é chave na transformação do papel da mulher na sociedade

Mesmo reconhecendo os avanços, a fisioterapeuta Ângela Machado alerta que desafios como o feminicídio ainda persistem, exigindo não apenas uma educação baseada no respeito, mas também ações mais eficazes do poder público para garantir a segurança das mulheres.

A fisioterapeuta Ângela Machado é querida em Itaocara e em toda região pelo atendimento de qualidade dirigido aos pacientes

Nova Voz ONLINE - Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Ângela Machado - Olha… mudou MUITA coisa , graças a Deus! Antes, éramos ensinadas a cuidar de todo mundo… menos de nós mesmas. Hoje, a gente continua cuidando (porque isso é da nossa essência), mas aprendemos que não dá pra se abandonar. Somos esteios. Com o passar dos anos tenho visto mulheres mais independentes, mais conscientes, mais donas da própria vida. E o mais bonito, sem perder a sensibilidade e a feminilidade. Resumindo: ficamos mais forte!

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Ângela Machado -  Gigante! Conhecimento liberta. Experiência própria! Fiz faculdade após a maternidade. Existe uma Ângela antes e outra após a faculdade. Um leque de oportunidades se abre na nossa mente. E quando  a gente  estuda, a gente começa a questionar, a se posicionar e a não aceitar qualquer coisa. Entendemos  o nosso valor e isso muda tudo, na profissão, nos relacionamentos e até dentro da nossa própria casa. Mulher instruída não aceita viver no automático. Ela escolhe.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Ângela Machado - Com certeza! Hoje a gente vê homens mais presentes, participando da família, ajudando dentro de casa, cuidando dos filhos… e até se cuidando mais também. E isso é ótimo! Relacionamento hoje não é mais sobre “um servir ao outro”, isso é coisa dos nossos avós (apesar de ainda ver isso com casais antigos no meu trabalho). Mas hoje relacionamento é parceria. É caminhar junto. E quando os dois crescem, quando os dois opinam, tudo flui muito melhor.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Ângela Machado - Total. Tudo começa dentro de casa , e eu vejo isso todos os dias no meu trabalho também. Atendo muitas mulheres que carregam dores no corpo… mas, quando você vai olhando mais fundo, tem muita coisa emocional ali: falta de respeito, sobrecarga, sensação de não ser valorizada. 

Nova Voz ONLINE - Correto.

Ângela Machado - E isso não nasce do nada. Vem de uma criação onde, muitas vezes, a mulher aprendeu  a se calar e o homem não aprendeu a respeitar. Então, pra mim, é simples (e ao mesmo tempo muito sério): é dentro de casa que os meninos aprendem  a respeitar uma mulher… e é dentro de casa que as meninas aprendem que elas não precisam aceitar menos do que merecem. 

Nova Voz ONLINE - Isso demonstra os desafios que as famílias enfrentam, não é mesmo?

Ângela Machado - A gente não precisa criar filhos perfeitos. E nem conseguiríamos, pois eu sempre digo que criar é fácil, difícil é educar com a interferência do meio (escolas, internet, avós, colegas etc). Mas ...precisamos educar conscientizando! O que também não é fácil mas se faz necessário! 

Nova Voz ONLINE - Essa criação familiar é o palco de prevenção ao feminicídio?

Ângela Machado - Sobre o feminicídio, temos visto vários casos e cada vez mais perto. Isso revolta porque muitas dessas mulheres já tinham pedido ajuda, já tinham medida protetiva… e mesmo assim, não foram protegidas de verdade. E isso, pra mim, é muito sério e preocupante . Porque a medida que deveria proteger, muitas vezes acaba deixando a mulher ainda mais vulnerável. Ela denuncia, se expõe… e continua sem segurança real. Então, além da educação dentro de casa, a gente precisa de atitudes mais firmes fora dela também. Leis que funcionem na prática. Proteção que realmente proteja. Porque não dá mais pra tratar isso como algo “normal”!

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Ângela Machado - Uma coisa que eu falo muito  para as  minhas pacientes e falo com propriedade, porque eu também vivo isso: não adianta cuidar de todo mundo e esquecer de você. Eu vejo mulheres incríveis, fortes, guerreiras… mas completamente cansadas, doloridas, sobrecarregadas , achando que isso é normal. Não é. Se cuidar não é luxo. É necessidade. Se você não estiver bem, seu corpo vai falar. E ele fala, com dor, com cansaço, com limite. Então, minha mensagem é: Se escolha!!!! Porque quando a mulher se cuida de verdade, ela não só melhora… ela transforma tudo ao seu redor. 


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sexta-feira, 20 de março de 2026

Dr.ª Fernanda Pontes: "Ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Ame-se!"

Para advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, as transformações sociais e o avanço da autonomia feminina têm desafiado antigos papéis de gênero, especialmente a ideia tradicional do “homem da casa”. Ainda que muitos homens reajam positivamente a essas mudanças, outros persistem resistindo, sentindo-se desconfortáveis diante da independência financeira e social das mulheres.

A Advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, faz ótimas reflexões

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Fernanda Pontes - Ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando autonomia financeira, não só porque precisam, mas porque querem ser independentes, deixando de lado, inclusive, a posição de frágeis, de submissas, muito embora ainda existam muitas mulheres vivendo ainda esses papéis na sociedade.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª Fernanda Pontes - A educação sempre abriu portas. O conhecimento, o estudo permite um leque de opções. Com isso, ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando o seu espaço onde só homens conduziam, com reconhecimento profissional e social. Inclusive, atualmente, com o marco digital, as mulheres tomam mais conhecimento sobre seus direitos, igualdade e cidadania. Infelizmente, mesmo diante disso tudo, ainda temos muitos desafios pela frente.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Dr.ª Fernanda Pontes - Esse é um ponto um pouco complicado para se discutir... Os homens ainda têm em mente, por serem criados para isso, aquela responsabilidade de ser o Homem da Casa. E sabemos que a maioria deles se sente incomodada quando a mulher ganha mais, tem sua independência financeira, independência social, autonomia... Com certeza, essas transformações, esse crescimento intelectual e financeiro das mulheres impactam os homens, tanto de forma positiva, quanto negativa.  Existem resistências e padrões antigos que continuam influenciando muitas relações. 

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Dr.ª Fernanda Pontes - É o que acabei de mencionar: ainda existem muitas resistências e padrões antigos que continuam influenciando as relações. Sem dúvida, a família tem papel crucial na construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa. Infelizmente, estamos vivendo num mundo  doente, onde o ódio impera mais que o amor. Aqui, me refiro a uma realidade em que a violência, o controle e o desrespeito ainda são naturalizados em muitas relações. O feminicídio é uma das expressões mais cruéis disso, porque não nasce de um momento isolado, mas de uma cultura marcada por machismo, posse e intolerância. Começa lentamente, desapercebido...

Nova Voz ONLINE - Compreendo.

Dr.ª Fernanda Pontes - Sou mãe solo de um menino de 10 anos e sigo luta constante, exatamente para que ele aprenda os valores aos quais eu não abro mão, valores que aprendi com os meus pais e avós. Ensino a ele comportamentos baseados no respeito, na igualdade, no diálogo. É difícil? Sim! Principalmente com essa interferência digital na vida das crianças hoje em dia. Mas faço questão de estar sempre conversando sobre tudo, dentro de um limite, lógico, com ele. O que é certo, o que é errado, o que fugiu do contexto naquela situação, como se posicionar... É difícil, principalmente sozinha,  mas Deus sempre nos dá força nas situações difíceis, e é nele que a gente encontra refúgio e segue em frente, mesmo quando tudo parece impossível.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Dr.ª Fernanda Pontes - Vou começar repostando aqui algo que li de uma colega advogada, que considero uma verdade relevante: "Mulheres fortes NUNCA desistem. Elas podem até precisar de uma pausa, um café, ter uma crise de choro, e após um dia de sono, sempre voltam fortes". E é isso mesmo... A sobrecarga feminina é enorme. Faz parte do processo parar e respirar.  A mensagem que eu deixo para todas as mulheres é que elas nunca se esqueçam da força que carregam dentro de si. Que continuem ocupando espaços, acreditando no próprio valor e não aceitando menos do que merecem e acreditando que podemos tudo!!! Lugar de mulher é onde ela quiser, sim!!!! Durante muito tempo, tentaram ensinar que a mulher deveria se calar, aceitar e se moldar. Mas hoje sabemos que ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Seja forte, se posicione, se respeite. Ame-se!


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