O sorriso
sincero, o carinho e os gestos de amor, representam o verdadeiro espírito de
Natal e os sentimentos que queremos, sejam permanentes, durante o Ano Novo.
Estaremos sempre trazendo o que acontece na Região e no Mundo para você
O sorriso
sincero, o carinho e os gestos de amor, representam o verdadeiro espírito de
Natal e os sentimentos que queremos, sejam permanentes, durante o Ano Novo.
A
Agência da Caixa Econômica de Itaocara aproveita a oportunidade para pedir a
Deus que abençoe todos os lares no Dia do Natal e que no Ano Novo, possamos
estar juntos, irmanados pela luta do bem comum de todos, como nos ensina Jesus
Cristo a nos amar uns aos outros.
Uma notícia muito triste, nas vésperas do Natal. O Município perdeu um ícone, um pedaço da nossa história: o fotógrafo, José Bechara.
Imagine quantas imagens existem hoje e nós podemos conhecer e recordar, desde os grandes acontecimentos, como inaugurações, fotografias de posses de políticos; até acontecimentos familiares, como casamentos e nascimentos, que foram registrados pelo o Sr. José Bechara?
Só para os leitores terem uma ideia, a
Foto Santa Theresinha, foi fundada pelo Pai do Sr. José Bechara, que nos deixa
hoje, certamente com mais de 80 anos.

José Bechara com os filhos Cafu, Avrignhy, Paulinho e Zezé
Como jornalista, tive o privilégio de
trabalhar em muitos eventos ao lado dele. Homem educado. Encarnava o significado
da palavra FIDALGO. Eu adorava ouvi-lo contar histórias. Aprendi coisas sobre
nossa Aldeia da Pedra, narradas por ele.

O Fotógrafo José Bechara, deixa para o município, uma família repleta de grandes valores humanos
Sei que ele viveu uma vida longa,
casou-se, teve filhos, netos e bisneto. E que o fim da existência é algo
natural. Por isto, quando for orar por ele, na verdade vou dizer: MUITO
OBRIGADO Sr. José Bechara, por tanto bem que fez pela sua Aldeia da Pedra
querida, e pela família exemplar que nos deixou.
Sinceros pêsames aos filhos Cafu, Paulinho, Zezé e Avrignhy, e a todos os demais familiares.
Estamos chegando ao fim de mais um ano. Não de um ano qualquer. Do ano mais imprevisível para qualquer um, eu acredito. Nunca poderíamos imaginar em primeiro de Janeiro de 2020, que viria a pandemia do coronavírus e atingiria o mundo todo. Milhões de pessoas adoeceram e outras milhões morreram, ao redor do planeta.
Aqui mesmo, em nossa Itaocara,
sentimos na pele algo pior do que os números. Os nomes. Amigos que perdemos precocemente, em função desta maldita
doença. Em minha família, sofremos na pele, com o adoecimento. Preocupação,
preocupação e preocupação. Alívio por Deus e os médicos terem nos tratado e
curado.
No meio disso tudo, um debate político ideológico sem lógica. Autoridades que se digladiam por questões irrelevantes. Os números nos assustam. Os nomes nos entristecem. E muitas vezes nos sentimos perdidos, sem saber o que fazer.
Por isto, penso que se você que está lendo este texto e está em casa, com sua família, e todos estão saudáveis, sinta-se afortunado. Muitas vezes oramos pedindo. Mas não vamos nos esquecer de orar agradecendo.
Mais do que isto. O ano novo se aproxima. O poeta Carlos Drummond nos lembra de que ‘o que faz um ano novo somos nós’. Nós sermos pessoas melhores.
Nunca o mundo precisou tanto de empatia e solidariedade. Não ore só por você e sua família. Peça a Deus pelo bem estar de todos. Mais do que isto. Veja como pode ajudar, mesmo que seja algum idoso a carregar as compras para casa ou atravessar a rua. Ou se pode fazer algo para alguém que está com COVID confinado dentro de casa.
De minha parte peço a Deus que proteja todas as famílias, para que possam desfrutar um final de ano em paz, tendo a sua volta as pessoas mais queridas, mantendo todos os cuidados que nos são recomendados pelas autoridades de saúde.
E que quem tem alguém querido internado, num Hospital, seja pelo motivo que for, receba especial atenção. Que Deus dê forças a estas pessoas para superarem o momento pelo qual estão passando.
E em 2021 a vida prossegue. Que façamos o bem sem olhar a quem, como nos ensinam os evangelhos.
Deus abençoe a todos.
Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
Carlinhos Ferraz, Família e Funcionários da loja ECC CASA NOVA.
Em um jogo com fortes emoções no Maracanã, o Flamengo venceu o Bahia, de virada, e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Mesmo com um jogador a menos desde os dez minutos do primeiro tempo, os rubro-negros foram valentes e não desistiram do triunfo em nenhum momento. O gol no final da partida coroou a boa atuação do time carioca, que superou os obstáculos para conquistar mais três pontos e não abrir muita vantagem para o líder São Paulo.
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| Alexandre Vidal - Flamengo |
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| Sergio Moraes - Reuters |
Ontem, no Maracanã, não foi diferente. Logo aos quatro minutos de jogo, Bruno Henrique já havia colocado o Flamengo na frente do placar. O que parecia ser fácil, começou a se complicar seis minutos depois, quando Gabriel foi expulso pelo árbitro Flávio Rodrigues após xingá-lo por não marcar uma falta. Porém, os rubro-negros não se abateram e foram para o intervalo com dois gols de vantagem.
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| Fotos Jorge Rodrigues Agência Estado |
A vitória dos donos da casa parecia encaminhada, mesmo com menos um em campo. No entanto, o Bahia retornou para o segundo tempo bem melhor e aproveitou as chances para virar a partida. Em apenas treze minutos da etapa complementar, os baianos haviam feito três gols, sendo dois de Gilberto, o grande carrasco do Flamengo, que balançou as redes cinco vezes em cinco jogos contra o time carioca.
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| Sergio Moraes - Reuters |
No decorrer dos quarenta e cinco minutos finais, a equipe comandada por Rogério Ceni se reorganizou e voltou a ter a posse de bola. Com a entrada de Pedro, os rubro-negros ganharam um poderio ofensivo a mais, já que Éverton Ribeiro estava mal no embate. O centroavante é o jogador que precisa de menos toques na bola para participar de um gol no Brasileirão 2020 (34.6 - 0.4 a menos do que Thiago Galhardo, do Internacional). Com isso, os atuais campeões brasileiros conseguiram o empate e, posteriormente, a virada.
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| Sergio Moraes - Reuters |
Após a partida, Gerson relatou, em entrevista ao Canal Premiere, que foi vítima de racismo cometido pelo meia-atacante colombiano "Índio" Ramírez. De acordo com o meio-campista do Flamengo, o atleta do Bahia teria dito: "cala a boca, negro", depois de uma discussão dentro de campo. Gerson também pediu para que o ex-treinador Mano Menezes o respeitasse, pois dizia que a sua atitude estava sendo de "malandro":
- Quero falar uma coisa: tenho muitos jogos como profissional e nunca vim falar nada porque nunca sofri esse preconceito. Quando tomamos um gol, o Bruno Henrique ia chutar uma bola, o Ramirez reclamou e fui falar com ele, que disse: "Cala a boca, negro". E o Mano precisa aprender a respeitar as pessoas.
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| Jorge Rodrigues - Agência Estado |
A derrota para o Flamengo foi a quinta consecutiva do Bahia, culminando na demissão de Mano Menezes. Além disso, segundo a diretoria do clube nordestino, o caso de racismo será apurado e as devidas medidas serão tomadas.