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quarta-feira, 1 de abril de 2026

Sob a gestão de Jady Figueiredo a Controladoria da PMI moderniza gestão através da parceria com o TCE-RJ

A parceria entre a Prefeitura Municipal de Itaocara e o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) tem sido fundamental para a modernização da gestão pública local por meio da capacitação contínua de seus servidores. Essa colaboração ocorre principalmente através da Escola de Contas e Gestão (ECG) do TCE-RJ, que oferece formação técnica e estratégica em diversas áreas administrativas. 

Essa evolução  vem sendo destacada pela Controladoria Geral de Itaocara, sob a gestão de Jady Figueiredo, marcando uma transição importante da fiscalização punitiva para o chamado controle preventivo e pedagógico.

A atuação junto ao Tribunal de Contas (TCE-RJ) foca em três pilares principais:

* Capacitação Técnica: Em vez de apenas apontar erros após eles acontecerem, o foco está em treinar os servidores para que os processos administrativos nasçam corretos, seguindo as normas de transparência;

* Mediação Interna: A Controladoria passa a atuar como uma consultoria estratégica para as outras secretarias, ajudando a destravar processos e prevenir irregularidades antes que gerem sanções;

* Redução de Danos: Ao profissionalizar a gestão e informar o servidor, o município minimiza riscos jurídicos e garante que os recursos públicos sejam aplicados de forma mais eficiente, o que reflete diretamente na melhora dos índices de gestão da cidade.

Destacamos que a abordagem tranquila e mediadora da Controladora é fundamental para criar um ambiente de confiança, onde o controle interno  passa a ser um parceiro da boa administração.

Essa articulação é um marco para a região, pois transforma Itaocara em referência regional, um polo de capacitação no Noroeste Fluminense, onde brevemente na sede da Prefeitura de Itaocara, serão realizados dois cursos importantíssimos, um de licitações e outro de gestão e fiscalização, ambos com foco na lei de n⁰ 14.133/21.


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segunda-feira, 30 de março de 2026

Parabéns ao Dr. Robério Ferreira da Silva Júnior, aniversariante desta segunda-feira, dia 30 de Março

Hoje celebramos mais um ano de vida do Dr. Robério Ferreira da Silva Jr., um profissional cuja trajetória é marcada pela dedicação, competência e, acima de tudo, pelo cuidado genuíno com cada paciente.

Feliz Aniversário Dr. Robério Júnior

Seu compromisso com a medicina vai além da técnica — está no olhar atento, na escuta acolhedora e no carinho com que constrói relações humanas verdadeiras. 

É inspirador ver como segue, com honra e excelência, os passos de seu pai, o Dr. Robério Ferreira da Silva, dando continuidade a um legado de amor à profissão e respeito à vida.

Que este novo ciclo seja repleto de saúde, conquistas e realizações. Que nunca lhe falte a paixão pelo que faz e a sensibilidade que o torna tão especial para todos ao seu redor.

Feliz aniversário!


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Dr.ª Fernanda Pontes: "O mês do consumidor está encerrando… mas os seus direitos continuam!"

Muitas pessoas ainda desconhecem os direitos e muitos estabelecimentos também não fazem questão de informar esses e outros pontos na hora da venda ou da aquisição de produtos e serviços. 

Mas o consumidor bem-informado fica empoderado para exercer o seu direito de forma efetiva, diariamente, nas relações de consumo.

Saiba os principais direitos do consumidor:

-  Informação clara e adequada sobre produtos e serviços;

-  Proteção contra publicidade enganosa ou abusiva;

-  Troca ou devolução de produtos com defeito;

-  Cumprimento da oferta anunciada;

-  Não aceitar a venda casada de produtos e/ou serviços;

-  Ressarcimento em dobro de cobranças indevidas;

-  Direito a arrependimento nas compras pela internet, telefone e redes sociais;

-  Modificação unilateral das cláusulas contratuais;

-  Reparação por danos materiais e morais (por exemplo, atraso de voo, erro médico, mercadoria danificada);

Conhecer seus direitos é o primeiro passo para não ser prejudicado.

Direito não se pede, se exige.

Se sentir que foi lesado, procure orientação jurídica.


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sábado, 28 de março de 2026

André Corrêa se reúne com lideranças em Itaocara e reforça parceria pelo desenvolvimento do município

Um dos deputados mais atuantes do Estado do Rio de Janeiro, André Corrêa, esteve em Itaocara nesta sexta-feira, 27 de março, onde participou de um almoço com importantes lideranças locais, realizado no Iate Clube da cidade. O encontro reuniu representantes do poder público e nomes de destaque da política municipal, reforçando o diálogo e a articulação em prol do desenvolvimento da região.

Vice-Prefeito Beto, André Correa, Jelcimar e Roberinho

Entre os presentes, o deputado foi recepcionado pelo vice-prefeito de Itaocara, Alberto Taveira dos Santos, conhecido como Beto Papagaio, que na ocasião representou o prefeito Heriberto Pereira de Oliveira. Também participaram a secretária municipal de Meio Ambiente, Betiza Teixeira Moraes; o subsecretário de Fazenda, Eduardo Antunes; o subsecretário de Indústria e Comércio, Reginaldo Catuaba; o ex-vice-prefeito Robério Areas Sampaio, o Roberinho; além de outras lideranças políticas e comunitárias do município.

O anfitrião do encontro, o líder político Jelcimar Almeida, abriu o evento agradecendo a presença de todos e destacou a relevância da parceria com o deputado André Corrêa para o fortalecimento de Itaocara. Ressaltou ainda a importância da união de esforços entre lideranças locais e estaduais para viabilizar avanços concretos para a população.

Ao se dirigir aos presentes, André Corrêa enfatizou que a lealdade é um dos pilares de sua trajetória política e um dos motivos que o fazem retornar a Itaocara ao longo dos anos, agora caminhando para seu nono mandato parlamentar. Segundo ele, o compromisso com as pessoas sempre guiou sua atuação:

— Todos aqui sabem que eu sempre recebo aqueles que me procuram e busco atender, dentro das minhas possibilidades, às demandas apresentadas. São pedidos que refletem necessidades reais e que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida da população.

Em um momento de emoção, o deputado relembrou a figura do saudoso vereador Canarinho, a quem atribuiu a abertura de portas no município no início de sua relação política com Itaocara:

— Toda vez que volto a Itaocara, lembro do Canarinho. Foi ele quem me apresentou a muitos dos amigos que estão aqui hoje e também a outros que, por diferentes razões, não puderam estar presentes. São laços construídos ao longo do tempo, que permanecem vivos na memória e no coração.

Encerrando sua fala, André Corrêa destacou que a política é, essencialmente, uma construção coletiva:

— Ninguém faz política sozinho. É preciso união, parceria e propósito. É caminhando juntos que conseguimos conquistar força para transformar as cidades do nosso estado, por meio de políticas públicas que realmente impactem a vida das pessoas.

O encontro reforçou o alinhamento entre as lideranças locais e o parlamentar, sinalizando a continuidade de uma parceria voltada ao desenvolvimento de Itaocara e à melhoria das condições de vida da população.


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sexta-feira, 27 de março de 2026

Professor Augusto Pimenta chega aos 70 anos com 51 anos dedicados ao magistério, a música e a escrever

O Professor Augusto Pimentel, carinhosamente conhecido como Pimenta, faz a diferença em Itaocara desde o dia em que chegou ao nosso município. Em suas salas de aula, dezenas — ou melhor, centenas — de alunos passaram a compreender a desafiadora ciência da matemática, graças à sua forma leve e envolvente de ensinar. Ele nos mostra que, por trás dos números e da lógica matemática, existe um conhecimento capaz de nos ajudar a entender a própria vida com mais clareza.

O aniversariante Pimenta com Sônia, sua cara metade

Além de educador dedicado, Augusto é escritor, autor do livro Praça da Matemática: As faces da história na construção de um monumento, no qual registra a importância e a história de um dos maiores símbolos de Itaocara: a Praça da Matemática.

Uma obra que não pode faltar na sua estante

E como se tudo isso já não bastasse, ele também é músico da banda OS ÚNICOS QUEM, levando o melhor do rock and roll por onde passa, sempre ao lado de sua companheira de vida, a professora Sônia Santos.

Querido amigo, obrigado pelo presente que é a sua vida e pela forma generosa com que espalha coisas boas por onde passa. Pessoas como você tornam o mundo — e Itaocara — um lugar muito melhor de se viver.

Feliz aniversário!


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quinta-feira, 26 de março de 2026

Presidente da OAB Mulher de Itaocara, a Dr.ª Iara Soares Pré Defanti, ressalta a resiliência DELAS na história

Para a Dr.ª Iara Soares Pré, a educação se consolidou como um dos principais motores de transformação na vida das mulheres nas últimas décadas, ao ampliar horizontes, fortalecer a autonomia e garantir o direito delas decidirem os próprios caminhos.

Dr.ª Iara Soares Pré Defanti, Pres. da OAB Mulher de Itaocara

Nova Voz ONLINE - Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Iara Soares Pré Defanti - Ao longo dos anos, percebo que a mulher deixou de ocupar apenas espaços impostos e passou a conquistar, com coragem, disciplina e sabedoria os lugares que sempre lhe pertenceram. Hoje, ela tem mais voz, mais autonomia e mais consciência do seu valor. A mulher entendeu que não precisa se diminuir para caber em lugar nenhum — ela pode crescer e transformar tudo ao seu redor com amor e cuidado que somente as mulheres possuem.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Iara Soares Pré Defanti - A educação foi uma verdadeira chave de transformação. Ela abriu portas, fortaleceu a independência e deu à mulher o poder de escolha. Com conhecimento, a mulher se posiciona, constrói sua história e rompe ciclos que antes pareciam impossíveis de mudar, mostrando sabedoria, força e independência. Uma mulher instruída constrói o que deseja. 

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Iara Soares Pré Defanti - Sim,  essas mudanças impactaram toda a sociedade. Muitos homens passaram a compreender que parceria é caminhar lado a lado, com respeito e equilíbrio. Hoje, vemos mais participação na vida familiar e também um olhar mais atento ao autocuidado, o que fortalece relações mais saudáveis. Contudo, ainda é necessário que tenhamos mais avanços e conscientização para que tudo se encaixe de forma harmoniosa, ainda há muitas mulheres que sofrem sem ter voz.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Iara Soares Pré Defanti - Mostra a cada um deles como respeito, igualdade e empatia devem ser papéis importantes para construírem relações saudáveis e conscientes.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Iara Soares Pré Defanti - Acredito que a base de tudo está na educação dentro de casa, no que é de fato visto dentro e casa e na construção do AMOR PRÓPRIO. É na família que se ensina respeito, empatia, amor e igualdade. Meninos devem aprender a respeitar os limites e meninas devem crescer sabendo que merecem ser respeitadas, ASSIM COMO O QUANTO É VALIOSO SER MULHER E POSSUIR AMOR PRÓPRIO. Que cada mulher reconheça a sua força, sua resiliência, sua história e o seu valor.  Você é  suficiente e merece tudo aquilo que sonha, você é mais forte que imagina e mais capaz do que já provou. E por fim, seja GENTIL com você, há muitas batalhas que são sustentadas em seu emocional, SOMENTE POR SER MULHER! UM FORTE ABRAÇO.


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CEO da Dharsana Joias e Operação 10k, Letícia, ressalta o poder do lar no combate a violência contra a mulher

Mostrar no ceio da família, desde cedo, a cada criança, que respeito, igualdade e empatia não são apenas valores bonitos — são pilares fundamentais para a construção de relações verdadeiramente saudáveis e conscientes, são fundamentais para a mudança necessária para por fim ao grande número de feminicídios que acompanhamos diariamente, destaca Letícia Bastos Pinheiros, CEO da Dharsana Joias e Operação 10k.

Letícia Bastos Pinheiro é Chefe Executiva da Dharsana Joias e Operação 10k

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Letícia Bastos Pinheiro – Percebo que nós, mulheres, conquistamos muito mais do que apenas espaço: conquistamos voz, independência e respeito. Hoje temos mais autonomia financeira, participamos ativamente das decisões e ocupamos posições que antes nos eram negadas. O papel feminino deixou de ser restrito ao ambiente doméstico e passou a incluir carreira, liderança e liberdade de escolha.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Letícia – A educação foi fundamental nesse processo. Ela abriu portas, ampliou horizontes e fortaleceu nossa autonomia. Com mais acesso ao conhecimento, passamos a ter mais oportunidades e a tomar decisões mais conscientes sobre nossas vidas. Isso impacta diretamente na nossa independência e no nosso posicionamento dentro da sociedade.

Nova Voz ONLINE – Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Letícia – Sim, com certeza. À medida que as relações se tornam mais equilibradas, surge também uma divisão mais justa de responsabilidades. Os homens estão mais presentes na vida familiar e também mais atentos ao próprio bem-estar, à aparência e à saúde emocional. Isso contribui para relações mais saudáveis, baseadas em parceria e troca.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, reflexo de conceitos machistas ainda presentes na sociedade. Na sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para construirmos uma sociedade mais respeitosa?

Letícia – A família tem um papel essencial. É dentro de casa que se formam os valores. Ensinar desde cedo sobre respeito, igualdade e empatia é fundamental para que meninos e meninas cresçam conscientes e preparados para construir relações saudáveis. Precisamos formar pessoas que entendam o valor do outro e saibam conviver com as diferenças.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Letícia – Nunca esqueça do seu valor. Você pode ser tudo o que quiser: forte, sensível, ambiciosa e livre. Não aceite menos do que merece e jamais diminua sua luz para caber em lugares pequenos. Março é apenas um lembrete do seu poder — mas ele existe o ano inteiro. Beijos, Letícia Bastos Pinheiros, Ceo da Dharsana / Operação 10k 💎.


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terça-feira, 24 de março de 2026

Para a fisioterapeuta Ângela Machado, a educação é chave na transformação do papel da mulher na sociedade

Mesmo reconhecendo os avanços, a fisioterapeuta Ângela Machado alerta que desafios como o feminicídio ainda persistem, exigindo não apenas uma educação baseada no respeito, mas também ações mais eficazes do poder público para garantir a segurança das mulheres.

A fisioterapeuta Ângela Machado é querida em Itaocara e em toda região pelo atendimento de qualidade dirigido aos pacientes

Nova Voz ONLINE - Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Ângela Machado - Olha… mudou MUITA coisa , graças a Deus! Antes, éramos ensinadas a cuidar de todo mundo… menos de nós mesmas. Hoje, a gente continua cuidando (porque isso é da nossa essência), mas aprendemos que não dá pra se abandonar. Somos esteios. Com o passar dos anos tenho visto mulheres mais independentes, mais conscientes, mais donas da própria vida. E o mais bonito, sem perder a sensibilidade e a feminilidade. Resumindo: ficamos mais forte!

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Ângela Machado -  Gigante! Conhecimento liberta. Experiência própria! Fiz faculdade após a maternidade. Existe uma Ângela antes e outra após a faculdade. Um leque de oportunidades se abre na nossa mente. E quando  a gente  estuda, a gente começa a questionar, a se posicionar e a não aceitar qualquer coisa. Entendemos  o nosso valor e isso muda tudo, na profissão, nos relacionamentos e até dentro da nossa própria casa. Mulher instruída não aceita viver no automático. Ela escolhe.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Ângela Machado - Com certeza! Hoje a gente vê homens mais presentes, participando da família, ajudando dentro de casa, cuidando dos filhos… e até se cuidando mais também. E isso é ótimo! Relacionamento hoje não é mais sobre “um servir ao outro”, isso é coisa dos nossos avós (apesar de ainda ver isso com casais antigos no meu trabalho). Mas hoje relacionamento é parceria. É caminhar junto. E quando os dois crescem, quando os dois opinam, tudo flui muito melhor.

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Ângela Machado - Total. Tudo começa dentro de casa , e eu vejo isso todos os dias no meu trabalho também. Atendo muitas mulheres que carregam dores no corpo… mas, quando você vai olhando mais fundo, tem muita coisa emocional ali: falta de respeito, sobrecarga, sensação de não ser valorizada. 

Nova Voz ONLINE - Correto.

Ângela Machado - E isso não nasce do nada. Vem de uma criação onde, muitas vezes, a mulher aprendeu  a se calar e o homem não aprendeu a respeitar. Então, pra mim, é simples (e ao mesmo tempo muito sério): é dentro de casa que os meninos aprendem  a respeitar uma mulher… e é dentro de casa que as meninas aprendem que elas não precisam aceitar menos do que merecem. 

Nova Voz ONLINE - Isso demonstra os desafios que as famílias enfrentam, não é mesmo?

Ângela Machado - A gente não precisa criar filhos perfeitos. E nem conseguiríamos, pois eu sempre digo que criar é fácil, difícil é educar com a interferência do meio (escolas, internet, avós, colegas etc). Mas ...precisamos educar conscientizando! O que também não é fácil mas se faz necessário! 

Nova Voz ONLINE - Essa criação familiar é o palco de prevenção ao feminicídio?

Ângela Machado - Sobre o feminicídio, temos visto vários casos e cada vez mais perto. Isso revolta porque muitas dessas mulheres já tinham pedido ajuda, já tinham medida protetiva… e mesmo assim, não foram protegidas de verdade. E isso, pra mim, é muito sério e preocupante . Porque a medida que deveria proteger, muitas vezes acaba deixando a mulher ainda mais vulnerável. Ela denuncia, se expõe… e continua sem segurança real. Então, além da educação dentro de casa, a gente precisa de atitudes mais firmes fora dela também. Leis que funcionem na prática. Proteção que realmente proteja. Porque não dá mais pra tratar isso como algo “normal”!

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Ângela Machado - Uma coisa que eu falo muito  para as  minhas pacientes e falo com propriedade, porque eu também vivo isso: não adianta cuidar de todo mundo e esquecer de você. Eu vejo mulheres incríveis, fortes, guerreiras… mas completamente cansadas, doloridas, sobrecarregadas , achando que isso é normal. Não é. Se cuidar não é luxo. É necessidade. Se você não estiver bem, seu corpo vai falar. E ele fala, com dor, com cansaço, com limite. Então, minha mensagem é: Se escolha!!!! Porque quando a mulher se cuida de verdade, ela não só melhora… ela transforma tudo ao seu redor. 


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sexta-feira, 20 de março de 2026

Dr.ª Fernanda Pontes: "Ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Ame-se!"

Para advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, as transformações sociais e o avanço da autonomia feminina têm desafiado antigos papéis de gênero, especialmente a ideia tradicional do “homem da casa”. Ainda que muitos homens reajam positivamente a essas mudanças, outros persistem resistindo, sentindo-se desconfortáveis diante da independência financeira e social das mulheres.

A Advogada, Dr.ª Fernanda Pontes, faz ótimas reflexões

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Fernanda Pontes - Ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando autonomia financeira, não só porque precisam, mas porque querem ser independentes, deixando de lado, inclusive, a posição de frágeis, de submissas, muito embora ainda existam muitas mulheres vivendo ainda esses papéis na sociedade.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª Fernanda Pontes - A educação sempre abriu portas. O conhecimento, o estudo permite um leque de opções. Com isso, ao longo dos anos, as mulheres vêm conquistando o seu espaço onde só homens conduziam, com reconhecimento profissional e social. Inclusive, atualmente, com o marco digital, as mulheres tomam mais conhecimento sobre seus direitos, igualdade e cidadania. Infelizmente, mesmo diante disso tudo, ainda temos muitos desafios pela frente.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Dr.ª Fernanda Pontes - Esse é um ponto um pouco complicado para se discutir... Os homens ainda têm em mente, por serem criados para isso, aquela responsabilidade de ser o Homem da Casa. E sabemos que a maioria deles se sente incomodada quando a mulher ganha mais, tem sua independência financeira, independência social, autonomia... Com certeza, essas transformações, esse crescimento intelectual e financeiro das mulheres impactam os homens, tanto de forma positiva, quanto negativa.  Existem resistências e padrões antigos que continuam influenciando muitas relações. 

Nova Voz ONLINE – Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Dr.ª Fernanda Pontes - É o que acabei de mencionar: ainda existem muitas resistências e padrões antigos que continuam influenciando as relações. Sem dúvida, a família tem papel crucial na construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa. Infelizmente, estamos vivendo num mundo  doente, onde o ódio impera mais que o amor. Aqui, me refiro a uma realidade em que a violência, o controle e o desrespeito ainda são naturalizados em muitas relações. O feminicídio é uma das expressões mais cruéis disso, porque não nasce de um momento isolado, mas de uma cultura marcada por machismo, posse e intolerância. Começa lentamente, desapercebido...

Nova Voz ONLINE - Compreendo.

Dr.ª Fernanda Pontes - Sou mãe solo de um menino de 10 anos e sigo luta constante, exatamente para que ele aprenda os valores aos quais eu não abro mão, valores que aprendi com os meus pais e avós. Ensino a ele comportamentos baseados no respeito, na igualdade, no diálogo. É difícil? Sim! Principalmente com essa interferência digital na vida das crianças hoje em dia. Mas faço questão de estar sempre conversando sobre tudo, dentro de um limite, lógico, com ele. O que é certo, o que é errado, o que fugiu do contexto naquela situação, como se posicionar... É difícil, principalmente sozinha,  mas Deus sempre nos dá força nas situações difíceis, e é nele que a gente encontra refúgio e segue em frente, mesmo quando tudo parece impossível.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Dr.ª Fernanda Pontes - Vou começar repostando aqui algo que li de uma colega advogada, que considero uma verdade relevante: "Mulheres fortes NUNCA desistem. Elas podem até precisar de uma pausa, um café, ter uma crise de choro, e após um dia de sono, sempre voltam fortes". E é isso mesmo... A sobrecarga feminina é enorme. Faz parte do processo parar e respirar.  A mensagem que eu deixo para todas as mulheres é que elas nunca se esqueçam da força que carregam dentro de si. Que continuem ocupando espaços, acreditando no próprio valor e não aceitando menos do que merecem e acreditando que podemos tudo!!! Lugar de mulher é onde ela quiser, sim!!!! Durante muito tempo, tentaram ensinar que a mulher deveria se calar, aceitar e se moldar. Mas hoje sabemos que ser mulher é ter voz, é ter escolha, é ter liberdade para ser quem quiser. Seja forte, se posicione, se respeite. Ame-se!


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Dra. Elaine Freixo Seixas: “Nós, mulheres, conquistamos espaço e redefinimos os papéis na sociedade e na família”

A Serventuária da Justiça, chefe do Cartório de Itaocara, Dr.ª Elaine Freixo Seixas, fala sobe os avanços femininos que transformam as relações sociais e familiares, ampliando autonomia, liderança e equilíbrio dentro dos lares. Porém, alerta para que as mulheres reflitam que não devem carregar todas as responsabilidades sozinhas.

Dr.ª Elaine Freixo Seixas é uma mulher que faz a diferença em seu trabalho na Justiça de Itaocara e na ONG Noroeste Mais Verde

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Observei mudanças significativas nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres. Houve um avanço importante no reconhecimento da capacidade e da autonomia feminina, especialmente no acesso à educação, ao mercado de trabalho e aos espaços de liderança. Se antes as mulheres tinham sua atuação mais restrita ao ambiente doméstico, hoje elas ocupam funções estratégicas na administração pública, na política, no terceiro setor e em diversas áreas profissionais. Isso naturalmente também impactou as relações familiares, tornando-as mais equilibradas, com maior participação da mulher nas decisões e maior compartilhamento de responsabilidades.

Nova Voz ONLINE - São muitos os desafios, não é mesmo?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Como servidora pública, mãe e participante ativa em iniciativas sociais, percebo que as mulheres passaram a ter uma voz mais forte na construção da sociedade. Ainda existem desafios, mas as mudanças que presenciei ao longo das décadas mostram um caminho de maior igualdade, respeito e reconhecimento do papel feminino em todas as esferas da vida.

Nova Voz ONLINE – Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - O aumento da escolaridade é um "divisor de águas" que permitiu às mulheres ocuparem espaços que antes eram restritos a nós, garantindo maior independência financeira e poder de decisão sobre nossas próprias vidas. Hoje, já somos maioria no ensino superior, o que impulsiona a economia e reflete diretamente na melhoria da saúde e educação das próximas gerações. Mas um diploma não resolve tudo sozinho: mesmo mais qualificadas, as mulheres ainda enfrentam o desafio da dupla jornada e de salários menores. O avanço educacional é a base da nossa evolução, mas a sociedade ainda precisa ajustar toda uma estrutura para que esse esforço se transforme em igualdade real de oportunidades.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejável para suas companheiras?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Sim, é visível que as novas gerações de pais, principalmente, estão muito mais presentes e comprometidas com a divisão de tarefas do que as anteriores, impulsionadas por um debate cada vez mais forte sobre a importância do trabalho de cuidado. Avanços como a ampliação da licença-maternidade para 20 dias, votada no Congresso recentemente, refletem esse desejo de maior participação na vida familiar desde o início. No entanto, na prática, as mulheres ainda carregam a maior parte da sobrecarga doméstica e mental. Mas não podemos esquecer que, enquanto celebramos essa evolução de parte dos homens adultos, precisamos ligar o alerta para a geração de adolescentes: o crescimento de ambientes digitais que incentivam o ódio gratuito às mulheres mostra que o progresso não é linear e exige vigilância constante para não retrocedermos.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - A família é onde a base do respeito se forma, e é seu papel demonstrar, através do exemplo, que as tarefas de casa, que cuidar e expressar sentimentos são coisas de meninos e meninas. Educar para uma sociedade menos violenta passa por ensinar aos meninos que a masculinidade não deve ser provada através do domínio, e às meninas que o seu valor não depende da aprovação alheia. Claro que avanços jurídicos e institucionais são essenciais, mas o combate ao feminicídio começa no dia a dia, quando a família substitui repetições machistas enraizadas por exemplos reais de parceria e empatia. Uma criação que valoriza o cuidado e a autonomia de meninos e meninas é uma ferramenta poderosa para romper esse ciclo de violência e construir um futuro de respeito mútuo.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março, especialmente dedicado a elas?

Dr.ª Elaine Freixo Seixas - Minha mensagem é para que as mulheres se lembrem de que devem se orgulhar de suas trajetórias até aqui, mas que nunca nos esqueçamos que não precisamos (nem devemos) carregar o mundo sozinhas. Que o nosso desenvolvimento não seja sinônimo de exaustão, mas de liberdade para escolhermos nossos caminhos com segurança e respeito. Desejo que continuemos sendo protagonistas da nossa história, mas que a sociedade também faça a parte dela para que o nosso esforço seja, finalmente, acompanhado de descanso, reconhecimento e igualdade real.


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No mês da mulher, Dr. Jaques Rubinsztajn presta homenagem a mãe, Dona Ester, que completou 94 anos

Aos 94 anos, recém-completados, Dona Ester é celebrada como símbolo de força, dignidade e amor, pelo filho, Dr. Jaques Rubinsztajn. Num bate-papo, ele relembra os ensinamentos da mãe e se emociona ao falar sobre gratidão, respeito e o papel essencial das mulheres na família.

Dr. Jaques muito feliz, ao lado da mãe, Ester

Nova Voz ONLINE – Qual lembrança o senhor guarda da Dona Ester, sua mãe, na sua infância e adolescência?

Dr. Jaques – Ao longo de toda a minha vida — e ainda hoje — minha mãe sempre esteve presente de forma lúcida, participativa e constante em todos os momentos importantes. Essa presença firme e amorosa é, sem dúvida, a lembrança mais marcante que carrego comigo.

Nova Voz ONLINE – O senhor pode falar sobre os ensinamentos dela que permanecem na sua memória agora, na vida adulta?

Dr. Jaques – Com certeza. Ela me ensinou valores que são a base de tudo: senso de responsabilidade, compromisso, ética e, principalmente, honestidade. São princípios que levo comigo todos os dias e que orientam minhas decisões.

Nova Voz ONLINE – De que forma ela contribuiu para a construção do seu respeito e consideração pelas mulheres?
Dr. Jaques – Minha mãe sempre foi um exemplo em todos os sentidos. Foi uma mãe dedicada, uma companheira presente e uma esposa extremamente trabalhadora. Ao observar sua força, dignidade e dedicação, aprendi, desde cedo, a valorizar, respeitar e admirar as mulheres.

Nova Voz ONLINE – No aniversário da Dona Ester, o senhor expressou gratidão por estar ao lado dela celebrando esse momento. O que sentiu naquele instante?
Dr. Jaques – Foi um sentimento de profunda gratidão e emoção. Ter o privilégio de comemorar os 94 anos da minha mãe é uma bênção imensa, uma verdadeira conquista que enche meu coração de alegria e reconhecimento pela vida.

Nova Voz ONLINE – Que mensagem o senhor deixa para sua mãe e para todas as mulheres neste mês especial dedicado a elas?
Dr. Jaques – Desejo muita saúde, paz e felicidade. Que todas as mulheres continuem sendo esse pilar fundamental dentro das famílias, representando o que há de melhor no mundo e servindo sempre como exemplo e inspiração — um verdadeiro espelho para seus filhos e para as futuras gerações.


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quarta-feira, 18 de março de 2026

Brunna Rimes: "Apesar das conquistas, ainda existem desafios pela frente na busca da igualdade de gêneros"

A arquiteta Brunna Rimes afirma que março — período em que se ressalta o papel da mulher na sociedade — precisa ser encarado mais como um momento de reflexão do que apenas de celebração. Embora reconheça os avanços conquistados, a jovem destaca que ainda há muitos desafios pela frente, especialmente no que diz respeito à segurança, ao respeito e à igualdade de oportunidades.

Brunna Rimes uma profissional que conquista diariamente o respeito dos munícipes de Itaocara e de toda região
Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você notou nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?
Brunna Rimes - Eu percebo que houve mudanças importantes, principalmente no acesso das mulheres à educação, ao mercado de trabalho e aos espaços de decisão. Hoje vemos mais mulheres liderando empresas, ocupando cargos públicos e também atuando em áreas que antes eram vistas como exclusivamente masculinas. Por atuar como arquiteta, posso testemunhar que aconteceu isto na construção civil. Ao mesmo tempo, ainda há bastante a ser mudado. Muitas mulheres continuam vivendo uma dupla ou até tripla jornada, conciliando trabalho, estudo e as responsabilidades da casa e da família. Então acredito que houve progresso, sim, mas ainda estamos em um processo de mudança nas relações dentro das famílias e da sociedade.
Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?
Brunna Rimes - A educação tem um papel fundamental nesse processo. Quando uma mulher tem acesso ao estudo/escolaridade, ela amplia suas possibilidades profissionais, sua independência financeira e também sua capacidade de tomar decisões sobre a própria vida. Além disso, a presença feminina na ciência tem produzido contribuições muito importantes para a sociedade. Tivemos grandes destaques de cientistas brasileiras, como Tatiane Sampaio, no estudo de um medicamento experimental chamado polilaminina para tratar paraplegia e tetraplegia; e as cientistas, Ester Cerdeira Sabino e Jaqueline Goes de Jesus, que decodificaram o vírus da Covid-19. Dá orgulho falar sobre elas!
Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?
Brunna Rimes - Acho que estamos vivendo um período de transição. Já vemos alguns homens mais presentes na criação dos filhos e dividindo tarefas domésticas. Mas essa mudança ainda acontece de forma desigual. Em muitas famílias, ainda existe uma expectativa cultural de que a maior parte do cuidado da casa e da família seja responsabilidade da mulher. Então acredito que estamos avançando em passos de formiguinhas.
Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais respeitosa?
Brunna Rimes - A família tem um papel essencial, porque é dentro de casa que muitas das primeiras referências de respeito, limites e convivência são construídas. Educar meninos para compreender que mulheres merecem respeito e que relações devem ser baseadas em igualdade é fundamental. Da mesma forma, é fundamental que meninas cresçam reconhecendo seu valor, seus direitos e seus limites. Hoje também é importante que as famílias estejam atentas ao que as crianças e adolescentes consomem na internet e no celular, porque muitos comportamentos e ideias acabam sendo formados ali. A orientação e o diálogo dentro de casa continuam sendo fundamentais para construir uma sociedade mais respeitosa.
Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?
Bruna Rimes - Acho que o mês de março deve ser um momento mais de reflexão, do que apenas de celebração. Houve conquistas importantes ao longo do tempo, mas existem muitos desafios pela frente, especialmente quando falamos de segurança, respeito e igualdade de oportunidades. É importante dar visibilidade às mulheres que estão produzindo conhecimento, pesquisando, liderando projetos e contribuindo para avanços na saúde, na ciência e em tantas outras áreas. Quando meninas veem essas referências, muitas passam a considerar caminhos que antes pareciam distantes, como seguir carreira científica. Que cada vez mais meninas se sintam encorajadas a estudar, pesquisar, questionar e ocupar seus espaços.

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Professora Rachel Audízio: "A Missão de Educar e o Poder de Ser Muitas - O Legado de uma Mulher Educadora"

No cenário educacional contemporâneo, a figura da educadora vai muito além da transmissão de conteúdos programáticos. Ser educadora hoje, especialmente ao assumir papéis de liderança e coordenação, exige uma força que se nutre não apenas dos livros, mas da vivência pessoal e da sensibilidade do cuidado.

Um clã de mulheres repletas de valores: Sentadas: Rachel, Francine, Katia e Tatiane. De Pé: Mayara, Maria, Maria Antônia, Maria Sofia e Heloize.

Minha trajetória na educação é marcada por uma convicção inabalável: a formação integral do estudante. Entendo que o jovem que se senta à frente de um professor não é apenas um repositório de dados, mas um ser humano em construção, com emoções, contextos e sonhos. Olhar para o aluno em sua totalidade — intelectual, social e emocional — é o que define o verdadeiro propósito do meu trabalho.

A minha força que vem do berço!

Essa visão humanizada da pedagogia não nasceu por acaso; ela é o reflexo da mulher que sou fora dos muros da escola. Minha força como profissional é alimentada pelos laços que me sustentam:

Como filha dedicada de uma grande educadora, aprendi o valor da honra e da gratidão às raízes.

Ser mãe e, mais recentemente, vivenciar a doçura de ser avó, trouxe-me a paciência e a esperança renovada no futuro. Essas funções me ensinam diariamente que educar é, acima de tudo, um ato de amor e de exemplo.

Minha identidade é também fortalecida por ser irmã de outras três mulheres incríveis. Nelas, encontro o espelho de resiliência e a prova de que a união feminina é uma potência capaz de transformar realidades.

Educar é um Ato de Resistência e Afeto.

Ser uma mulher educadora é equilibrar a firmeza da gestão com a delicadeza do olhar. É entender que, enquanto coordeno processos pedagógicos, estou também honrando a história das mulheres da minha família e preparando o terreno para que meus netos e alunos encontrem um mundo mais consciente e humano.

Acredito que a educação de excelência se faz com técnica, sim, mas é o coração de quem educa que garante que o conhecimento se transforme em sabedoria. Sigo firme nessa missão, orgulhosa de cada papel que desempenho e convicta de que a educação integral é o único caminho para uma sociedade verdadeiramente justa.


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segunda-feira, 16 de março de 2026

Dr.ª Andréia destaca que a formação educacional ampliou as oportunidades para as mulheres no meio jurídico

Não é fácil por em palavras uma reflexão destacando o valor da história, da fé e da dedicação feminina, para conquistar espaço na sociedade humana. Mas justamente é isto que encontramos nas palavras da brilhante advogada, especialista em direito do consumidor, Dr.ª Andreia Rodrigues Ferraz, que ressalta a importância do apoio mútuo para seguir transformando ambientes com coragem, sabedoria e amor.

Dr.ª Andreia é destas pessoas especiais que conseguem combinar qualidades como coragem e gentileza nas relações humanas

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Dr.ª Andréia - Podemos perceber grandes mudanças na forma em que a mulher é vista na sociedade e dentro do próprio ambiente familiar. Anos atrás víamos mulheres ocupando cargos “feitos para mulheres”, sendo deslocadas para funções de secretariado, organização, operação etc. Hoje as mulheres ocupam cada vez mais espaços de responsabilidade e liderança, com voz ativa e participação nas decisões. Ao mesmo tempo, continuo admirando algo que sempre marcou a presença feminina: a capacidade de cuidar, de acolher e de sustentar a família com sensibilidade e força. Isso reflete o  amadurecimento da sociedade, em que a mulher pode ocupar grandes cargos, sem deixar de lado seus valores e sua essência.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Dr.ª - Andréia - O acesso ao estudo trouxe autonomia, preparo e segurança para ocupar espaços profissionais e de liderança. Na minha trajetória no meio jurídico vejo o quanto a formação e o conhecimento dão às mulheres a oportunidade de contribuir, de forma ativa, para a construção de uma sociedade mais justa. A educação abre portas e fortalece o senso de responsabilidade com o próximo.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado?

Dr.ª - Andréia - Sim, acredito que essas transformações sociais refletem também na postura dos homens. Hoje vemos que eles estão mais presentes na vida familiar, participando da criação dos filhos e compreendendo melhor o valor da parceria dentro do casamento e da família. Relações mais equilibradas nascem quando há respeito, diálogo e colaboração. Quando cada um compreende seu papel e caminha ao lado do outro, a família se fortalece.

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio. Em sua opinião, qual é o papel da família na educação de meninos e meninas para a construção de uma sociedade mais respeitosa?

Dr.ª - Andréia - A base de uma sociedade mais justa começa dentro de casa. É na família que aprendemos valores como respeito, responsabilidade, empatia e dignidade humana. Educar os filhos com esses princípios é essencial para formar adultos conscientes de que ninguém é superior a ninguém e de que o respeito deve sempre estar presente em qualquer relação. Quando a família se compromete com essa formação de valores, ela contribui diretamente para uma sociedade mais humana. 

Nova Voz ONLINE - Correto!

Dr.ª - Andréia - Além de tudo isso, é importante que dentro do ambiente familiar os meninos entendam que são mais fortes e mais brutos para protegerem as mulheres e não as machucarem, que a violência não é permitida em nenhuma esfera, mas que é totalmente inaceitável uma sociedade em os homens matam as mulheres pelo simples fato de serem mulheres.

Nova Voz ONLINE - O feminicídio parece não ter fim, não é mesmo?

Dr.ª - Andréia - É muito triste abrir os jornais e diariamente sermos bombardeados com mulheres sendo atacadas por desejarem dar fim a um relacionamento ou rejeitarem um homem, é triste viver em uma sociedade em que temos medo de sermos violentadas andando na rua. Sonho com um futuro sem violência e com respeito para todas as mulheres, independente de quem sejam. 

Nova Voz ONLINE – Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?

Dr.ª - Andréia - Minha mensagem é de encorajamento e esperança. Que cada mulher reconheça o valor da sua história, da sua fé, da sua dedicação e da sua capacidade de transformar os ambientes por onde passa. A mulher tem uma força silenciosa, que muitas vezes se manifesta no cuidado, na perseverança e na coragem diante dos desafios. Que possamos seguir firmes, apoiando umas às outras e construindo caminhos com sabedoria, fé e amor.


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Monik Araújo diz que houve avanços, mas a mulher continua enfrentando desafios diários na sociedade

Para a empreendedora Monik Araújo, Março é mês de celebração e reconhecimento, mas a valorização da mulher precisa ser constante, presente em atitudes diárias. Ela ressalta ainda que quando uma mulher é respeitada e fortalecida, toda a sociedade é valorizada.

Mulher, Mãe e Empreendedora, Monik Araújo

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Monik - Nós, mulheres, conquistamos mais espaço e voz, tanto na família quanto na sociedade. Hoje  participamos mais das decisões, empreendemos, estudamos e buscamos independência. Ainda há desafios, mas os avanços são claros e muito importantes.

Nova Voz ONLINE - Que papel o aumento da escolaridade desempenhou na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

Monik - A educação foi fundamental. Ela trouxe autonomia, segurança e conhecimento dos próprios direitos. Quando a mulher estuda, ela amplia suas oportunidades e transforma não só a própria vida, mas também a de sua família.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar?

Monik - Sim. Muitos homens passaram a participar mais da vida familiar e a dividir responsabilidades. Isso fortalece os relacionamentos e constrói lares mais equilibrados e respeitosos.

Nova Voz ONLINE - Qual é o papel da família na construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Monik - A família é a base de tudo. É dentro de casa que ensinamos respeito, igualdade e empatia. Educar meninos e meninas com esses valores é essencial para construirmos uma sociedade mais justa.

Nova Voz ONLINE - Que mensagem você gostaria de deixar para as mulheres neste mês de março?

Monik - Que cada mulher reconheça sua força e seu valor. Que nunca desista dos seus sonhos e ocupe com coragem os espaços que são seus por direito. Março é celebração, mas o respeito deve existir todos os dias.


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quinta-feira, 12 de março de 2026

Eduarda afirma que é no lar que meninos e meninas precisam aprender valores como empatia e respeito

Para Maria Eduarda  Monnerat Erthal Antunes, educar não se resume a impor regras, mas sim a demonstrar, nas atitudes cotidianas, o exemplo que se quer transmitir. Ela afirma que uma sociedade harmoniosa, nasce de gestos simples dentro de casa, desde a forma como a conversa flui até o compartilhamento de responsabilidades.

Nova Voz ONLINE – Ao longo da sua vida, quais foram as principais mudanças que você percebeu nas relações sociais e familiares envolvendo as mulheres?

Eduarda - percebo que antes de ganho de força, era muito comum que as mulheres fossem vistas principalmente como responsáveis pelo lar e pela criação dos filhos, mas hoje, vejo mulheres ocupando espaços de poder, no mercado de trabalho, buscando independência financeira e tomando decisões com mais autonomia e segurança.

Nova Voz ONLINEQual a importância do aumento da escolaridade na melhoria da posição social das mulheres na sociedade?

EduardaA educação não apenas abriu portas profissionais, mas também fortaleceu a autonomia, a autoestima e a participação social das mulheres. Ela deu voz a inúmeras cidadãs que, por muito tempo, lutaram em silêncio, dedicaram suas vidas à sociedade e, ainda assim, foram invisibilizadas na opinião pública e na participação política direta. Sem dúvida, a educação — não apenas para as mulheres, mas para todos os cidadãos — é um dos principais fatores de transformação social.

Nova Voz ONLINE - Você concorda que essas transformações também levaram os homens a mudar, assumindo maior participação na vida familiar e até mesmo dedicando mais atenção ao autocuidado – buscando ficar mais desejáveis para suas companheiras?

Eduarda - Não tenho dúvidas. Hoje, diferente de outrora, vemos pais participativos, pais nas assembleias escolares, juntos de tantas mães, pais se divertindo com filhos no fim do dia e aprendendo a fazer penteados nas suas pequenas princesas. Vejo isso tudo como resultado desse ganho de força e participação da mulher no mercado de trabalho e na tomada de decisões, tudo fruto dessa transformação  que reconfigurou o funcionamento das famílias, dividindo com amor, respeito e responsabilidade os deveres familiares entre os cônjuges.   

Nova Voz ONLINE - Apesar de tantas conquistas, ainda nos deparamos com notícias de feminicídio, graças à persistência de conceitos machistas enraizados na cultura social. Em sua opinião, qual é o papel da família — na educação de meninos e meninas — para a construção de uma sociedade mais harmoniosa e respeitosa?

Eduarda –  É dentro de casa, no seio familiar, que meninos e meninas aprendem, desde cedo, valores como empatia, diálogo, igualdade e respeito ao próximo. Quando ensinamos que ninguém é superior a ninguém, que sentimentos podem ser expressos e que o respeito é inegociável, estamos formando adultos mais conscientes e responsáveis. Educar não é apenas impor regras, mas dar exemplo nas atitudes do dia a dia. Uma sociedade mais harmoniosa começa em gestos simples dentro de casa, no modo como falamos, dividimos tarefas e tratamos uns aos outros. É ali que plantamos as sementes do respeito que queremos ver no mundo.


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Ledimar Pereira de Pinho é uma mulher que inspira pelos 35 anos educando, empreendendo e realizando sonhos

Existem histórias construídas com trabalho, dedicação e, acima de tudo, propósito. A trajetória de Ledimar Pereira de Pinho é um exemplo da força da mulher que acredita nos seus sonhos e transforma cada etapa da vida em uma oportunidade de crescer, aprender e inspirar.

Ledimar é um exemplo de mulher que luta com máxima coragem até conquistar seus objetivos

Há 35 anos na educação, Ledimar construiu uma caminhada marcada pelo compromisso com a formação de pessoas e com a transformação de vidas. Na sala de aula, encontrou mais do que uma profissão: encontrou uma missão. Ao longo dessas décadas, ajudou a formar gerações, sempre acreditando que a educação é uma das maiores ferramentas para construir um futuro melhor.

Mas sua história também revela coragem para trilhar novos caminhos. Movida pela criatividade e pelo desejo de empreender, deu vida à Doceria Degust, um projeto que nasceu de um sonho e se transformou em um empreendimento feito com dedicação, sensibilidade e amor pelos detalhes. A cada bolo e a cada doce preparado, existe o cuidado de quem entende que a confeitaria também pode ser uma forma de levar alegria e marcar momentos especiais na vida das pessoas.

Entre tantas conquistas, existe um papel que é o mais especial em sua vida: a família. Ledimar é mãe de três filhos e avó de quatro netos, e é neles que encontra sua maior motivação para continuar seguindo em frente, sempre com o coração cheio de gratidão e esperança.

Realizada em sua trajetória, ela segue acreditando que a vida é um constante convite à superação. Para ela, ser mulher é ter a força de ensinar, a coragem de empreender, a sensibilidade de cuidar e a determinação de nunca desistir dos próprios sonhos.

- Acredito que a maior realização está em fazer o que amamos e, ao longo do caminho, tocar a vida das pessoas de forma positiva - Concluiu Ledimar.




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