Mais um Dia Internacional da Mulher. Este chega em meio a uma onda ininterrupta de feminicídios — assassinatos cometidos contra mulheres simplesmente por serem mulheres. Até quando isso continuará a acontecer?
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| Dr.ª Maria Luíza com sua querida amiga Margarete |
No Vaticano News deste 8 de março de 2026 consta a seguinte reflexão:
- Como escreve Leão XIV na exortação apostólica Dilexi te, referindo-se à Evangelii Gaudium do Papa Francisco, ‘duplamente pobres são as mulheres que sofrem situações de exclusão, maus-tratos e violência’. Em situações de guerra, ‘as mulheres e as meninas são frequentemente as mais afetadas, obrigadas a fugir de suas casas e comunidades para salvar suas vidas, muitas vezes vítimas de abusos físicos e sexuais, abandonadas a cuidar de seus filhos, com as mais graves violações de seus direitos fundamentais’, observa Alistair Dutton, secretário-geral da Caritas Internationalis. O compromisso da Caritas é, portanto, claro e evoca o tema da edição de 2026 do Dia: ‘Dignidade, justiça e ação’. Para todas as mulheres e meninas, porque ‘garantir a segurança das pessoas é uma obrigação.
O mesmo texto nos exorta a promover a igualdade, proteger a dignidade humana e garantir segurança e justiça para todas as mulheres e meninas — não como conceitos apenas ideais, mas como realidades concretas e vividas.
Assim, deixo aqui o meu apelo, como mulher, mãe, avó, brasileira e cidadã: que, em sua casa, em seu ambiente de trabalho e em todos os lugares onde estiver, você defenda o direito da mulher a uma vida digna. Como já foi dito, não bastam mais discursos ou conceitos ideais; é preciso transformar em realidade viva o direito de toda mulher viver com felicidade, segurança e plenitude.
Feliz Dia Internacional da Mulher.























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